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3 de março de 2010

Slow Food – Princípios Da Nova Gastronomia


Excelente dica de livro:

Slow Food preconiza uma nova gastronomia. Ao gastrônomo cabe o papel que Carlos Petrini denomina “coprodutor” – alguém conhecedor da agricultura e pecuária, das condições dos trabalhadores do campo, da procedência dos produto. Ser uma pessoa ativa na mudança do planeta – rejeitar alimentos provenientes de exploração humana, de meios de transporte poluidores em excesso, de empresas que arruínam culturas locais ao se instalarem nas comunidades. Tudo isso para que um mundo mais justo e sustentável se torne realidade. Slow Food – Princípios Da Nova Gastronomia
Carlos Petrini
Editora Senac São Paulo
246 páginas
R$ 50,00

15 de outubro de 2009

Pizza ganha espaço no cardápio da dieta balanceada


Pizza
Ela integra a lista da categoria prato oficial na mesa dos brasileiros. Para muita gente, comê-la ao menos uma vez por semana é um ritual. Mas tanta paixão não é à toa. Saborosa e nutritiva, a pizza combina com inúmeros e variados recheios, o que possibilita escolher o que mais agrada ao seu paladar, porém, se consumida sem moderação, ela pode comprometer a dieta. "É um prato delicioso e nutritivo, mas escolher os sabores menos calóricos e maneirar na quantidade é fundamental para manter a boa forma", explica a nutricionista da Unifesp, Mariana de Novaes Oliveira.

Uma vez por semana pod
e
Muitas famílias veem na pizza uma opção prática e apetitosa para os dias em que a correria é maior que o tempo para preparar o almoço ou o jantar, mas é aí que mora o perigo, explica a nutricionista. "O ideal é manter o equilíbrio entre fibras e outros nutrientes no organismo. A variação de alimentos é fundamental neste processo, pois, até ingerindo apenas saladas ou frutas, deixamos o organismo desequilibrado, por isso devemos ter cautela e optar pela ingestão moderada e intercalada com outros grupos alimentares", diz Mariana.

Sabores mais recomendados
Prefira sempre os sabores menos calóricos, afinal, ganhar calorias não é o lema de nenhum regime. Uma boa alternativa são os sabores à base de vegetais e frutas, pois, embora também carregem calorias, ajudam no funcionamento do intestino e são mais fáceis de digerir. "Frutas e geleia, escarola, tomate seco e proteínas leves, como peito de peru, são mais saudáveis. Embora não sejam isentas de gordura, têm fibras e suas calorias são mais facilmente eliminadas pelo organismo", explica a nutri. A escolha da massa também pesa na balança. Opte sempre pelas massas integrais, que também é rica em fibras.
Dicas para enfrentar o rodízio de pizza -
Faça refeições leves antes do passeio, assim você chega a pizzaria com menos fome
- Coma devagar! Geralmente comemos depressa e, com isso, não damos tempo hábil para que nosso cérebro receba a mensagem de que estamos satisfeitos - Prefira as pizzas com recheios menos calóricos: à base de vegetais e sem queijos gordurosos, como o catupiry ou fatias de queijo extra. "Isso irá ajudá-lo a ter mais saciedade, já que sua fatia de pizza vai conter um pouco mais de fibras do que as outras, o que irá interferir na quantidade de pizza a ser ingerida", sugere a nutricionista.

Informações nutricionais
Um pedaço de pizza normal (aproximadamente 140 gramas)

Magras
Pizza escarola: 290 Kcal
Pizza champignon: 280 Kcal
Pizza mussarela de búfala com tomate seco e rúcula: 286 Kcal
Pizza de geleia com frutas: 168 Kcal

Gordas
Pizza quatro queijos: 400 Kcal
Pizza calabresa: 300 Kcal
Pizza frango com catupiry: 370 Kcal
Pizza Portuguesa : 423 Kcal
Pizza de brigadeiro: 512 Kcal
Pizza de frutas com sorvete: 330 Kcal

Curiosidades sobre a história da pizza
Apesar de lembrarmos dos italianos quando comemos pizza, a massa surgiu no Egito, há mais de seis mil anos. Os egípcios inventaram uma massa assada de farinha, água e sal, o "pão de Abraão", que posteriormente seria incrementada com alguns condimentos. Milhares de anos depois, os italianos a incrementaram com tomate, e ela era consumida dobrada ao meio como se fosse um sanduíche. Sua popularização aconteceu, anos depois, com Dom Raffaele Espósito, um padeiro napolitano que servia o rei Umberto I e a rainha Margherita. Para agradar e inovar o cardápio, o padeiro resolveu adicionar à massa o recheio de mussarela, tomate e manjericão, ingredientes que reproduziam as cores da bandeira italiana e batizou o sabor com o nome da rainha, Margherita. Outros padeiros começaram a inovar e colocaram na pizza outros ingredientes, como o alho e peixes da região. A partir daí, outros povos foram turbinando a receita, que se popularizou pelo mundo inteiro e se transformou em uma mistura saborosa de sabores.

Eu como representante das boas que sou da italianice familiar adooooro pizza.


23 de setembro de 2009

Os benefícios do sorvete...


Como eu disse um dia desses, AMO SORVETE!!! Hoje eu li uma reportagem que achei interessante e decidi compartilhá-la com os leitores do meu blog.

Cremoso, de massa, à base de frutas ou acompanhado de coberturas e guloseimas, o sorvete está entre as sobremesas mais apreciadas ao redor do mundo.
Foi criado na China há cerca de três mil anos, mas foi na Europa, mas precisamente na Itália, que ganhou textura e sabores irresistíveis.
Além das vantagens que traz para o paladar, agora o sorvete é alvo de pesquisas, que tentam provar seus benefícios à saúde e ao bem-estar.
Uma pesquisa recente realizada pela Universidade norte-americana de Harvard sugere que o sorvete cremoso pode colaborar para aumentar a fertilidade feminina.
Depois de acompanhar 18 mil mulheres, os pesquisadores concluíram que trocar o leite integral por sorvete, pelo menos duas vezes na semana, pode ser um bom negócio para quem deseja ter um bebê.
Os cientistas afirmam que as mulheres que consumiam diariamente pelo menos duas porções de sorvete tinham 85% mais chances de ovular do que aquelas que não o consumiam.
Para causar ainda mais polêmica em torno da sobremesa, a empresa espanhola Llinares acaba de lançar um novo método, a sorveterapia, que promete aliviar problemas como a impotência masculina, depressão e até combater as temidas celulites.
A proposta da sorveteria é adicionar ativos naturais às receitas, como o ginseng, que evita a impotência, e a erva centelha asiática, boa para afastar a celulite.
Mas, enquanto os sorvetes turbinados ainda não estão disponíveis para o público brasileiro, o MinhaVida dá dicas de como tirar o melhor proveito da sobremesa, sem detonar a sua dieta.
Sorvete cremoso,
por ser feito à base de leite, o principal ganho do sorvete cremoso está na grande quantidade de cálcio que carrega.
Duas bolas da sobremesa cremosa apresentam a mesma quantidade do mineral em um copo de leite. "O cálcio é muito importante para o desenvolvimento das crianças e para a saúde.
É ele que previne doenças como a osteoporose", explica a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella.

Mas, quem está de regime, precisa ficar atento com o consumo em excesso. "As opções tradicionais de sorvete cremoso apresentam, em média, 110 calorias em uma porção de 60 gramas.
Para quem busca reduzir medidas, o ideal é não exagerar, além de privilegiar as opções lights, que apresentam, em média, 50 calorias para a mesma quantidade", diz a nutricionista.
Sorvete de frutas, uma ótima opção para os dias quentes ou para uma sobremesa leve e refrescante.
Por serem feitos com água, os sorvetes de frutas são mais magros e podem até servir de opção para o lanchinho da tarde. "Existem diversas versões de sorvetes com baixo valor calórico.
Quem aprecia esses sorvetes, pode ficar tranquilo na hora da sobremesa ou ainda consumi-los nos intervalos das refeições", explica Roberta.
De olho aberto as sorveterias a quilo são grandes atrativos, já que oferecem uma variedade enorme de sabores e guloseimas, prém, se o objetivo é afinar a silhueta, é preciso evitar essas tentações. "Coberturas de chocolate, balas e farofas crocantes pode engordar (e muito) uma taça de sorvete.
Quem está de dieta deve passar longe dessa opção", explica a especialista.

Fonte: YAHOO MINHA VIDA

15 de setembro de 2009

Sorvete de Ameixa Preta



Amo sorvete.
Mas gosto muito de sorvetes ácidos, tipo limão, maracujá, mas sorvete é sorvete.
Ai que saudade de Belém com aqueles sorvetes maravilhos de taperebá, açaí e tapioca, dentro outro muitos que só o Norte tem.
Mas vamos a uma receitinha caseira de sorvete que pode-se acrescentar outros sabores.



SORVETE DE AMEIXA- PRETA


Você vai precisar de:


300g. de ameixa preta sem caroço

120 ml de água

500 ml de leite de soja

1 pedaço de canela em pau

2 col.(sopa) de mandioca ralada bem fina ou você pode utilizar araruta


Preparo


Lave as ameixas com a água e a canela ao fogo para cozinhar.

Quando estiverem bem cozidas,retire o pedaço de canela e bata no processador,formando um purê.

Reserve.

Bata no liquidificador 100 ml do leite com a mandioca ralada,misture depois de batido no purê de ameixas,acrescente o restante do leite,misture bem e leve ao fogo para cozinhar.

Mexa até ferver uns 8 minutos,retire do fogo e deixe esfriar para levar a sorveteira ou para o freezer.

Sirva com fatias de manga.


19 de agosto de 2009

Calorias das bebidas alcoólicas


Se você está de dieta ou tentando manter o peso, fique de olho nessa tabela de calorias.

Alimento Kcal.
Taça de espumante (125 ml) 80
Taça de vinho tinto (125 ml) 107
Taça de vinho branco (125 ml) 107
Copo de capirinha de limão (200ml)187
Copo de caipivodca de limão (200ml) 258
Copo de capirinha de morango (200ml) 187
Copo de caipivodca de morango (200ml) 258
Dose de uísque (40ml) 96
Tulipa de cerveja (300ml) 126
Coquetel de frutas (290ml) 210
Mojito (200ml) 250
Cuba Libre (250ml) 170
Cosmopolitan (1 taça) 200
Sex on the beach (150ml) 200
Piña Colada (200ml) 280
Marguerita (150ml) 131
Pisco Sour (30ml) 350
Sminorff Ice (275ml) 184
Bellini (150ml) 292
Blood Mary (200ml) 168

10 de agosto de 2009

Mulheres que bebem vinho tem mais prazer


Entre muitos estudos e notícias envolvendo vinho e sexo, uma nova pesquisa realizada pela Universidade de Florença, mostra que as mulheres que bebem vinho tem mais prazer no sexo. A reportagem é de Debora Yost do site http://www.examiner.com/.
Segundo a pesquisa Female Sexual Function Index as mulheres que bebem vinho declaram maior satisfação na vida sexual que as mulheres que não bebem.
Em uma escala de 2 a 36 as mulheres que bebem até duas taças de vinho por dia atingiram 27,3 pontos, as que bebem uma taça por dia atingiram 25,9 pontos e as que não bebem atingiram 24,2 pontos.

Chegamos a conclusão de que o vinho relaxa e abre mais espaço para a vida sexual e podemos também chegar a conclusão que entre os 36 pontos e os 27,3 da media, ainda existe pelo menos 10 pontos a percorrer. Um bom espaço para tentar alcançar. O pessoal da Toscana manda bem mesmo.

13 de fevereiro de 2009

Brinde à saúde. Bons motivos para colocar o vinho no cardápio.



Estudos fomentam os motivos para se colocar o vinho no cardápio do dia-a-dia: ele faz bem ao coração e, segundo pesquisas recentes, uma de suas moléculas pode combater o câncer e o herpes.

Arroz, feijão, peito de frango... e um cálice de vinho tinto. A mesa do brasileiro tende a não ser mais a mesma depois que os cientistas passaram a degustar, ou melhor, investigar os benefícios da bebida para a prevenção de doenças cardíacas. De artigo de luxo o vinho vem se transformando em recomendação que freqüenta o receituário de muitos cardiologistas. Agora uma novíssima safra de estudos aponta o resveratrol – substância encontrada na uva – como um possível aliado na luta contra o câncer e o herpes. Ainda mais saboroso foi o achado do químico gaúcho André Souto, da PUC do Rio Grande do Sul. Segundo seu trabalho inédito, ao qual SAÚDE! teve acesso com exclusividade, os tintos nacionais estão entre os vinhos com maior concentração dessa molécula promissora.

Os vinhos brasileiros só perdem para os franceses
O estudo comandado por André Souto é pioneiro no país. Ele analisou quimicamente 36 amostras de vinhos tintos produzidos no Brasil a partir de diferentes castas de uva. Depois se debruçou sobre as concentrações de resveratrol, uma das 200 substâncias polifenólicas encontradas normalmente em cada cálice. De posse dos números, comparou-os com as quantidades desse composto em rótulos de outros países. Então foi surpreendido. "Nesse aspecto, os vinhos nacionais só ficaram atrás dos franceses", conta Souto, entusiasmado. 

Um bom hábito
De fato, é uma notícia e tanto. O resveratrol vem sendo saudado pela comunidade científica como um antioxidante poderoso e um antiinflamatório competente. "Ele é hoje uma espécie de molécula da moda", avalia Souto, referindo-se aos incontáveis estudos sobre o tema que vêm sendo publicados em revistas médicas sérias de diversos países. Os cientistas começaram a desconfiar dos benefícios do vinho para o sistema circulatório ao observar estudos de população. Ainda nos anos 1950, chamou atenção o que ocorria na França. Seu povo se empanturrava de comidas gordurosas mas, mesmo assim, tinha um índice de mortes por doenças cardíacas menor do que em outros países ocidentais. O mistério foi resolvido quando se percebeu uma diferença fundamental: eles são bebedores contumazes de vinho. A maioria não dispensa a bebida diariamente, durante as refeições. "É o que chamamos de 'paradoxo francês'", diz o cardiologista Fernando Lucchese, da Santa Casa de Porto Alegre. Convencido de que beber vinho tinto faz bem, o médico prescreve um cálice para acompanhar cada refeição. "O vinho está virando um ingrediente do dia-a-dia de quem busca saúde." 

Fonte: Revista Saúde - Tito Montenegro

10 de fevereiro de 2008

Suco de beterraba pode "baixar pressão"


O consumo de meio litro de suco de beterraba por dia pode ajudar a baixar a pressão sanguínea significativamente, segundo uma pesquisa britânica publicada na revista online especializada Hypertension.

Aparentemente, a substância chave parece ser o nitrato, também encontrado em vegetais verde-escuros e folhosos.

Os pesquisadores concluíram que, em voluntários saudáveis, a pressão arterial diminuiu uma hora depois de consumido o suco, mas o efeito era ainda mais forte depois de três a quatro horas, e continuava a ser sentido até 24 horas depois de tomada a bebida.

O estudo conjunto da Queens University e da Universidade de Exeter poderia abrir caminho para um tratamento de baixo custo contra a pressão alta.

Anteriormente, os benefícios das dietas ricas em frutas e legumes eram atribuídos ao seu alto conteúdo de vitaminas antioxidantes.

Papel da saliva

Os pesquisadores mostraram que o nitrato presente no suco é convertido em nitrito na saliva, por bactérias presentes na língua.

Esta saliva contendo nitrito é engolida, e no ambiente ácido do estômago ela é ou convertida em óxido nítrico, ou reinserida na circulação como nitrito.

O ápice da redução da pressão arterial coincidiu com o ápice dos níveis de nitrito na circulação.

A redução da pressão, no entanto, não foi observada em um segundo grupo de voluntários, que não engoliu a saliva enquanto bebia o suco, ou durante as três horas seguintes.

Mais de 25% da população mundial é hipertensa e há estimativas de que este número poderia chegar a 29% até 2025.

A hipertensão é apontada como causa de cerca de 50% dos problemas cardíacos e aproximadamente 75% dos derrames.

“Nossa pesquisa sugere que beber suco de beterraba, ou consumir outros vegetais ricos em nitrato, pode ser uma maneira simples de manter um sistema cardiovascular saudável, e pode vir a ser mais uma forma de combater a pressão alta”, disse a médica Amrita Ahluwalia, envolvida no estudo.

O professor Graham McGregor, da British Hypertension Society, descreveu a pesquisa como “interessante”.

Segundo ele, “isso mostra que o suco de beterraba baixa a pressão a curto prazo em voluntários com pressão sanguínea normal”.

“Agora precisamos de pesquisas para ver se ele tem efeito sobre pessoas que apresentam pressão alta há um longo período de tempo.”

Segundo McGregor, já há pesquisas mostrando que uma dieta rica em frutas e legumes tem impacto benéfico sobre a hipertensão.

Mas ele afirma que estudos anteriores mostraram que o potássio pode ser o mineral chave.

Victoria Taylor, da British Heart Foundation, afirma que “enquanto o suco de beterraba foi usado neste estudo, é pouco provável que as pessoas consigam – ou queiram – consumi-lo nas quantidades usadas na pesquisa”.

“Apesar de sabermos que uma dieta rica em frutas e legumes como parte de uma dieta balanceada é benéfica à saúde do coração, nós ainda não sabemos se há alguns mais benéficos do que outros, então, por enquanto, as pessoas devem continuar a consumir uma ampla variedade para atingir as cinco porções diárias de frutas e legumes.”

Fonte: BBC

28 de janeiro de 2008

Consumo de cafeína pode prejudicar diabéticos, diz estudo


Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que o consumo de cafeína entre pacientes de diabetes tipo 2 pode aumentar o nível de açúcar no sangue.
Publicada na revista científica Diabetes Care, a pesquisa, realizada na Duke University, nos Estados Unidos, monitorou o nível de açúcar em 14 pacientes diabéticos e sugere que o estimulante pode aumentar o nível de glicose diário em até 8%.
Para realizar o estudo, os cientistas deram dois tipos de comprimidos para os participantes: um placebo e uma cápsula de cafeína, equivalente a quatro xícaras de café.
Os participantes alternaram a ingestão das pílulas diariamente e tiveram os níveis de açúcar monitorados através de um sensor de glicose subcutâneo capaz de monitorar os níveis de glicose por um período de até 72 horas.
Impacto da cafeína
Segundo James Lane, que liderou o estudo, o próximo passo será analisar se uma dieta sem cafeína pode ajudar a controlar o nível de açúcar em pacientes de diabetes 2.
Segundo ele, uma das causas do aumento no nível de glicose pode ser a interferência da cafeína no processo que transporta a glicose do sangue para o músculo e outras células do corpo.
Além disso, a cafeína pode também ativar a liberação de adrenalina, o que contribui para o aumento no nível de açúcar.
"Meu conselho para os pacientes que estão tentando controlar o nível de glicose e tomam café com freqüência, é tentar parar para ver se alguma diferença é observada", disse.
Lane suspeita que a sensibilidade dos pacientes pode influenciar nos resultados da redução no nível de glicose.
De acordo com Cathy Moulton, da ONG Diabetes UK, que trabalha com pacientes diabéticos, o estudo ainda é limitado.
"A pesquisa é interessante. No entanto, o estudo examinou apenas uma amostra de dez pessoas em um período de 72 horas, o que é muito pouco", afirmou.
"É preciso realizar mais pesquisas antes de pedir aos diabéticos pararem de tomar café", explicou Moulton.
"A melhor maneira de controlar o nível de glicose é com uma alimentação saudável e a prática de exercícios", concluiu.


FONTE: BBC BRASIL

22 de janeiro de 2008

Escolas britânicas ensinarão culinária contra obesidade


Bem que essas coisas interesantes podiam "pegar" no Brasil.
Com tantos programas de bolsa isso, bolsa aquilo o governo deveria realmente investir em projetos importantes como esse na Inglaterra.

Fonte: BBC

Aulas de culinária passarão a ser compulsórias nas escolas secundárias da Inglaterra para crianças entre 11 e 14 anos.

Os alunos aprenderão a cozinhar durante uma hora por semana. A disciplina será obrigatória em todas as escolas da rede pública em pelo menos um trimestre do ano letivo. Os ingredientes para crianças carentes serão subsidiados.

A iniciativa é parte de uma estratégia governamental para combater a obesidade. Especialistas acreditam que um milhão de crianças serão obesas dentro de uma década.

"Eu acho que é importante agir agora. Talvez nós deveríamos ter agido antes", disse o secretário para Escolas, Ed Balls.

"Não será apenas tecnologia de alimentos, será ensinar a usar ingredientes simples, receitas simples, para que crianças e jovens possam ser preparados para a vida adulta."

O Departamento para Crianças, Escolas e Famílias diz que cerca de 85% das escolas secundárias oferecem culinária de alguma forma.

As autoridades querem que estas escolas iniciem os cursos imediatamente e o restante dos estabelecimentos de ensino façam o mesmo até 2011.

Recursos

O objetivo é treinar assistentes de ensino para níveis mais altos para que eles possam treinar e recrutar mais professores de tecnologia dos alimentos.

Balls quer que 800 professores de culinária sejam treinados. O secretário prometeu dar às escolas o equivalente a cerca de US$ 5 milhões por ano para ajudar crianças de famílias carentes a pagarem por ingredientes.

Mas críticos expressaram preocupação com a implementação prática da proposta.

Clarissa Williams, da Associação Nacional de Diretores de Escolas, disse que o treinamento de professores de tecnologia dos alimentos foi negligenciado por tanto tempo que seria difícil colocar a estratégia em prática.

Em entrevista ao programa Today, da Radio 4, da BBC, Williams disse que está preocupada em saber como as escolas obterão os recursos necessários.

"Fogões, microondas, todos os utensílios, tudo custa muito dinheiro. Há ainda a expectativa de que crianças trarão os ingredientes e para alguns (...) isto pode ser difícil."

15 de janeiro de 2008

Desejo por junk food pode passar de mãe para bebê, diz estudo


Pesquisa publicada no British Journal of Nutrition mostrou que o desejo exagerado das crianças por junk food pode ser conseqüência da alimentação da mãe ainda durante a gestação. Estudos indicam que esse tipo de comida, traduzida literalmente como “comida lixo”, está relacionado ao aumento de colesterol, pressão arterial entre outras complicações para quem as ingere.

Mas, afinal, o que é junk food? “O termo junk food é utilizado para referir-se a alimentos com alto teor calórico, mas com níveis reduzidos de nutrientes”, explica Eda Maria Scur, nutricionista e professora de pós-graduação do Grupo CBES (Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos).

Bombons, bolachas, sorvetes, tortas, batatas, pipoca, sanduíches... Esses alimentos são alguns dos que se enquadram na categoria junk food e são consumidos diariamente e em grande quantidade. “Uma das principais conseqüências da ingestão desses alimentos é que quanto maior o seu consumo, menor a probabilidade de seguir uma dieta saudável e consumir adequadamente vitaminas e minerais essenciais”, ressalta a nutricionista. “Esse padrão alimentar está relacionado ao aumento na incidência da obesidade e de suas complicações”.

Enquanto pessoas que consomem grandes quantidades de alimentos nutritivos, como frutas e verduras, têm menor tendência a desenvolver doenças cardiovasculares, os fãs de junk food podem ter aumento significativo do colesterol e da pressão arterial, além do ganho de peso. Na infância, a ingestão desse tipo de alimento apresenta-se como uma das principais causas de obesidade e, por isso, a sua venda tem sido proibida nas escolas.

Apesar de todo mundo saber que não é saudável, é muito comum a substituição de uma refeição adequada por lanches menos nutritivos, levando a um afastamento cada vez maior de um padrão alimentar desejável. Mas o consumo de alimentos considerados junk food não acontece apenas em lanchonetes ou máquinas de venda automática.

Margarinas, óleos e açúcares também enquadram-se nessa categoria de comida e devem ser consumidos com moderação. “Não há como proibir o consumo, então, o necessário é conscientizar a população para os graves problemas nutricionais que esse padrão alimentar acarreta”, observa Eda Maria Scur.

Agência: BBC

9 de janeiro de 2008

ALHO UM SANTO REMÉDIO


Antídoto contra mandingas e azares, este bulbo cuja origem mais provável remonta à Ásia (mas que fez fama mesmo a partir das cozinhas da Europa mediterrânea, a provençal em especial) é generoso de sabores - e, por isso mesmo, exige sabedoria no uso. Se canja de galinha à vontade não faz mal, alho além da medida pode acabar com o seu prato, e até mesmo com sua digestão.

Predominante nas cozinhas de franceses do sul, espanhóis, portugueses, italianos, o ingrediente virou item fundamental também na cozinha brasileira, onde divide com a cebola o papel de protagonista em diversas preparações. Basta um fio de óleo na panela, alguns dentes picados e pronto! Não precisa nem chiar. É o aroma do alho suando que desperta o apetite. "Em Minas Gerais, por exemplo, o uso do alho é tão recorrente que as donas de casa guardam sempre um pote com dentes pilados e sal, uma mistura que serve de base para a maioria das receitas salgadas - refogados, peixes, carnes", comenta a chef Mara Salles, do restaurante Tordesilhas (R. Bela Cintra, 465, 3107-7444). Diferentemente dos países do Mediterrâneo, por aqui ele é mais usado como coadjuvante. "Confits, patês e o famoso alho e óleo são heranças européias", diz a chef.

Na hora de comprar as cozinheiras ainda preferem o alho fresco, inteiro. Pode ser branco ou roxo, mas é levado sempre para ser limpo em casa, o que ajuda a preservar suas propriedades aromáticas e terapêuticas. Também é assim na cozinha de Mara Salles, que chega a consumir dez quilos por semana, e toda terça-feira destaca um funcionário para descascar os dentes. "Mas às vezes o volume é tanto que fazemos um mutirão na cozinha", conta ela.

O consumo nacional ainda é bem modesto se comparado a lugares como Itália, Grécia e Espanha - onde chega a 14 quilos per capita ao ano. Comemos perto de 1 quilo por pessoa (190 mil toneladas por ano em números totais). Mesmo assim, produzimos internamente apenas 40% da demanda. O restante vem principalmente da Argentina e da China.

Rico em alicina, uma substância de propriedades antioxidante e antibiótica, o alho combate bactérias, fungos e vírus, ativa a digestão e ajuda a eliminar toxinas através da pele. "É um alimento funcional, capaz de ajudar na recuperação do organismo", garante o homeopata Márcio Bontempo, autor do livro Alho (Ed. Alaúde), que recomenda o ingrediente até no combate às doenças respiratórias e degenerativas. "Falando em termos ideais, seria bom se cada um comesse de três a quatro dentes crus por dia", afirma o médico. "Antigamente, as pessoas se protegiam das epidemias de sarampo amarrando um saquinho com dentes de alho quebrados no pescoço."

A alicina, contudo, também é responsável pelo famoso odor liberado pelo ingrediente, que deixa cheiro nas mãos e hálito forte. Um aspecto decerto negativo, mas que, com a manipulação adequada, pode ser atenuado. Afinal, de nada vale você sair por aí discursando a respeito das virtudes do olho se todo mundo for ficar a metros de distância.

Dicas

* Uma cabeça (bulbo) de alho é sempre classificada pelo tamanho - de 3 a 7, segundo as normas agrícolas. Cada bulbo tem em média 10 a 12 dentes, além de 7 ou 8 peles finas separando-os.Compre sempre cabeças inteiras, as mais pesadas, com os dentes unidos e sem partes escuras ou moles. Guarde-as em lugar seco e arejado. Se possível, em recipiente de cerâmica com furos para ventilação.

* O sal é um conservante natural para o alho picado e armazenado. Na geladeira, a mistura dura mais de um mês. O azeite tem o mesmo efeito e depois de aromatizado pode temperar carnes e saladas.

* Para descascar o alho deixo-o de molho na água por algum tempo ou dê uma leve amassada com a lâmina da faca. Se a quantidade for grande, cubra os dentes com um pano e amasse com a ajuda de uma panela. Outra opção é cortar a ponta e descascar com faca.

* O tempo que o cheiro do alho permanece na pele varia de uma pessoa para outra e pode durar mais de três dias.

* O limão é um grande aliado para neutralizar o cheiro nas mãos e no hálito.

* Depois de cortado ou picado o alho deve ser usado imediatamente, pois começa a oxidar. Na geladeira, perde um pouco do aroma.

Técnicas e preparos

Frito - Em lâminas ou pedacinhos, o alho deve ficar apenas dourado. Quando queimado, fica amargo, torna-se difícil de digerir e, claro, estraga o sabor do prato. O segredo é controlar a temperatura do óleo na frigideira, mas também manter os sentidos ligados: fique atento à cor e ao cheiro que sai da frigideira.

Confit - Lave e seque bem os dentes de alho. Coloque na panela e cubra com azeite. Leve ao fogo e deixe amolecer em temperatura bem baixa, por até 50 minutos. Acrescente tomilho. Fica ótimo para decorar pratos, cobrir a carne e passar no pão. O azeite, por sua vez, serve para temperar a salada.

Cozido - Nesta preparação não se usa óleo ou azeite, mas simplesmente água em ebulição. "Quando estiver bem tenro, o alho cozido com uma pitada de sal pode ser amassado e usado em purês, manteigas ou para acompanhar carnes e legumes", ensina o professor Maurício Lopes, da Universidade Anhembi Morumbi.

Cortes - Você pode usar o alho inteiro, ou com apenas um corte, em cozimentos ou dentro de carnes levadas ao forno. No pernil de cordeiro, por exemplo, basta fazer furos e colocar os dentes. Já cortado em brunoise é ideal para molhos, arroz e temperos delicados. As lâminas acentuam o sabor e ajudam na decoração.

O mundo do alho

* O alho dá nome e também tempera uma das muitas festas de peões e boiadeiros do Brasil. É a Queima do Alho, uma tradição herdada dos tropeiros, que traz no cardápio arroz de carreteiro, paçoca de carne, churrasco e feijão tropeiro. A comitiva que caprichar mais nos pratos ganha a competição, geralmente realizada no interior dos Estados.

* O costume rural de passar o alho em portas e janelas não é mera crendice. Ajuda de fato a espantar insetos, escorpiões e até cobras. Quem garante é o homeopata Márcio Bontempo.

* Plantado em várias regiões do planeta, o aromático ingrediente só nasce espontaneamente na Sicília, no sul da Itália, informa Bontempo, autor do livro Alho.

* Tendo o alho como ingrediente base, é possível preparar alguns dos molhos mais clássicos da gastronomia ocidental. Um deles é o aïoli, de origem provençal. Aparentado da tradicional maionese, o aïoli é uma emulsão feita à base de ovos, azeite e, claro, muitos dentes de alho amassados. É servido com vegetais e escoltando peixes e carnes.

* Além desses, tanto o pesto italiano quanto seu primo francês, o pistou, lembrados sempre pela presença do manjericão, devem sua peculiar potência de sabor à presença do alho.

* A manteiga de alho, complemento usual de escargots e outros pratos, é feita com a simplicidade que seu nome sugere: a manteiga é misturada ao alho processado, de modo a formar um purê leve, homogêneo e de gosto previsivelmente forte.

Fonte:
ESTADÃO

4 de janeiro de 2008

FACAS PARA QUEIJO VOCÊ SABE USAR?




Quem já não se deparou com aquele lindo conjunto de facas para queijo?
Mas você sabe pra que serve cada uma delas?
Sabe como cortar os queijos?
Então seguem algumas dicas:

  • Devendo ser sempre usada uma faca própria para o efeito, deve haver a preocupação de não alterar o sabor do queijo por outros sabores. Uma preocupação que se deve ter sempre em conta é o fato de utilizar facas de gume liso e nunca de serrilha;
  • Para um queijo de pasta dura e semi- dura, o ideal é recorrer a uma faca de cabo duplo e de gume largo;
  • Para um queijo de pasta mole, é conveniente usar uma faca de gume estreito ou até mesmo um fio especial para o corte;
  • Regra a nunca esquecer: o queijo deve ser cortado desde o centro (ou coração) até à casca.
  • Então aproveite suas facas do modo certo e conserve bem seus queijos.
  • O queijo deverá ser objeto de alguma atenção quando da sua compra e conservação.
  • Verifique se o expositor dos queijos está em boas condições e se estes se encontram na parte mais fria;
  • Repare nas cascas dos queijos. Estas deverão apresentar-se intactas e sem ranhuras ou golpes que possam provocar uma alteração do sabor original;
  • Como em todos os alimentos, preste atenção à data de validade, presença obrigatória, quejios vencidos desenvolem facilmente salmonela.
  • O local ideal para a conservação dos queijos é um local fresco e arejado, onde a temperatura deverá girar em torno de 6º e os 8º C;
  • Depois que você começou a fazer uso do queijo, para prolongar as suas propriedades, ele deve ser envolto em papel filme ou em papel de alumínio;
  • É aconselhável retirar o queijo da geladeira uma ou duas horas antes de servi-lo.
  • Cuidado ao congelar queijos. Recorra a este método o menor número de vezes possível. Mesmo usando papel vegetal para embrulhar, o período que o queijo pode permanecer congelado nunca deve ser superior a um ou dois meses. Ainda assim é de se esperar uma alteração da textura e sabor.

26 de dezembro de 2007

CUIDE BEM DA SUA ALIMENTAÇÃO


Alimentos: cuidados que começam no supermercado

Na hora de comprar um alimento não basta conferir seu prazo de validade. Alguns alimentos têm registro no Ministério da Agricultura (no caso dos alimentos de origem animal e bebidas) ou no Ministério da Saúde (alimentos especiais, como os funcionais, e os diets).

Há ainda categorias de alimentos que sãodispensados do registro mas estão sujeitos à vigilância sanitária. São exemplos os biscoitos, cafés, chás, chocolates e gelados comestíveis (sorvetes e picolés).

É preciso ler atentamente os rótulos dos alimentos. Por meio da rotulagem o consumidor pode conhecer a lista de ingredientes, a origem do produto, a informação nutricional obrigatória e o número do lote, que permite a rastreabilidade do produto.

Quem vai encomendar a ceia em restaurantes, buffets, padarias ou confeitarias, deve ficar atento às condições sanitárias do serviço, em especial do ambiente onde os alimentos são manipulados. Ao comprar aves como o peru é preciso observar algunsaspectos, em especial se as condições de refrigeração são adequadas.

Cuidados adequados que abrangem desde a preparação até a venda do alimento, reduzem os riscos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) e garantem a segurança no consumo.

Bacalhau

Engana-se quem pensa que o consumo de bacalhau é alto apenas no Natal dos portugueses. A tradição vem conquistando o Brasil. De janeiro a novembro de 2006 o Brasil importou da Noruega cerca de 24 toneladas do pescado. Em 2007, até o mês de novembro, as importações já respondiam por quase 26 toneladas, segundo o Conselho Norueguês da Pesca no Brasil.

Na hora da compra certos cuidados são necessários. Odor desagradável, amolecimento da carne e manchas avermelhadas podem indicar que o bacalhau está impróprio para o consumo.


Mais informações:

ANVISA


24 de dezembro de 2007

Bom Senso à Mesa...


Ceia de Natal exige bom senso


Nesta época do ano é comum a ocorrência de problemas intestinais, aumento da glicemia, picos de pressão arterial, gases e embriaguez causados pelo excesso de comida e bebida. Nas confraternizações o centro das atenções é uma mesa farta e rica em doces e gorduras. Para evitar que as emergências dos hospitais se transformem no destino mais procurado após a ceia, os profissionais de saúde recomendam bom senso e moderação.

É importante que as pessoas tenham em mente que sempre há a possibilidades de escolhas, mesmo diante da ceia tradicional. Sem gastar muito e usando a criatividade, é possível preparar uma ceia que agrade a todos e que não contribua para o aumento dos níveis de glicose. "É claro que sempre deve prevalecer o bom senso e que todos se lembrem que neste período é preciso se poupar porque são muitas as ocasiões de festa".

A maionese, por exemplo, exige cuidados. O ideal é que sejam oferecidos legumes no vapor e, à parte, um recipiente com a maionese. Dessa forma, caberá à pessoa decidir se quer a sua salada com muita, pouca ou nenhuma maionese", lembrando que o problema é o alto teor de gordura.

A tradicional farofa, que muitas vezes é preparada com bacon, pode ser enriquecida com ingredientes como couve, cenoura ou banana com ameixa. O arroz com legumes também é uma boa saída ao arroz coberto com molhos e queijo. "Para se preparar uma ceia saudável, não é preciso abrir mão do sabor. Basta que a fazer boas escolhas, usar os temperos naturais e evitar os industrializados, muito ricos em sódio".

Em relação ao Peru e Chester, muito apreciados na mesa dos brasileiros, escolha de partes do peito ou da coxa, onde há menos gordura. O bom senso também deve prevalecer no rol das sobremesas. A tradicional rabanada pode ser assada ao invés de frita e as frutas devem acompanhar os doces. "É sempre importante que sejam oferecidas frutas para que o doce não seja consumido em excesso".
Outro perigo à mesa pode estar relacionado à bebida. É comum os hospitais receberem grande número de pacientes embriagados.
Além de beber com moderação- afinal a festa de Natal deve ter como principal objetivo a companhia dos amigos e parentes e o simbolismo da data- o ideal é que a bebida seja sempre intercalada com água .


O dia seguinte à ceia também deve ser levado em consideração. A maionese jamais deve ser reaproveitada e as sobras dos demais alimentos devem ser levados imediatamente à geladeira na noite dos dias 24 e 31. Antes de serem consumidos novamente, as carnes devem ser bem aquecidas, especialmente o pernil. "É sempre bom lembrar que não se deve preparar uma quantidade muito grande de comida, que tenha que ser aquecida e reaquecida várias vezes no decorrer da semana. O ideal é que a ceia possa ser utilizada no máximo até o dia seguinte".

Fonte:

http://www.saude.df.gov.br