Mostrando postagens com marcador receitas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador receitas. Mostrar todas as postagens

10 de novembro de 2010

Concurso de Receitas elaboradas com Cerveja da Didi



O concurso de Receitas com cerveja do blog http://deliartcakecreations.blogspot.com terminou . As receitas eram bem legais e versáteis, mas disparado na frente a receita vencedora foi o Pudim de Caracu do Luiz Caropreso. Com 385 votos.
A receita você encontra aqui: PUDIM DE CARACU
Eu fiquei de harmonizar a receita vencedora.
As vezes as pessoas querem harmonizar tudo com vinho mas nem tanto ao céu nem tanto a terra . Neste caso eu pensei em um espumante, até por que o Verão está chegando, um espumante Asti.
Como a inteção da harmonização não é oprimir a sobremesa, nem o vinho o Asti é uma boa pedida.
O processo de fermentação do espumante com o método Asti (uma região do Piemonte ), ao contrário da grande maioria, só passa por uma única fermentação e o objetivo disso é manter os aromas florais e primários de frutas desse variedade. Suas "bolhas" as denominadas perlage, agirão refrescantemente na boca, pedindo assim outra mordida do doce.
Min
ha dica para a harmonização da Receita de Pudim de Caracu é o Asti Spumante DOCG (Santero) que você encontra na Vinci.

O crédito da foto do Pudim de Caracu é de Henrique Peron:
Saiba mais sobre Peron clicando aqui: ww.henriqueperon.com.br

E se quiser saber como rolou o concurso visite o blog da Didi: Deli Art Cake Creations

"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende".
(Leonardo da Vinci)



9 de julho de 2010

Sobre o que falta

Então, muitas pessoas comentaram a respeito do que poderia estar faltando na receita.
Só pra grifar, cismei com isso.
E gosto muito de ler receitas.
Vamos lá:

1 - Paula Labaki, diz que o fato de cortar o hortelã, já que vai ser batido.
Nesse ponto eu concordo em partes, as vezes ao picar um pouco facilita. Mas Paula está certa, com relação a abrir os damascos é pra amolecer um pouco. Aninha faz o mesmo comentário que Paula.

2 - Food and Photos comenta que precisa de mais de 1/2 xícara de vinho. Concordo

Outras pessoas tb comentaram mas o blog me fez o favor de dar pau e não postar os comentários.

3 -Fornettodisanti comenta que falta um anis estrelado, já que a receita utiliza um e outro pra decorar, pois é , aliás faltam mais dois pq se rende duas porções.
E o erro principal que Fornettodisanti pimba contou, era pra mim um dos mais importantes.
Ora se é creme gelado, falta dizer que precisa colocar pra gelar e o tempo né não?
Ah vai ter gente que vair dizer:
Ah mas isso é obvio!
Óbvio? Pode ser pra algumas pessoas, mas a receita tem que ser explicada, pensando-se em todos os publicos que a lerão.

4 - Horácio comenta que precisa tirar o caroço do damasco. Sim não é absurdo uma vez que contando com todo tipo de público, o autor, deveria ter escrito na receita damasco seco. Boa Horacio.

É isso pessoal, desvendamos mais uma pegadinha.
E antes que se queixam, como disse acima, CISMEI, e vou postar mais.

Valeu.

10 de junho de 2010

Receita com milho verde para as Festas Juninas


Mini-quiche de queijo com milho verde é a sugestão da Cozinha Experimental Arosa


Neste mês das Festas Juninas, a AROSA sugere uma receita que tem como ingrediente principal o milho verde, um item que não pode faltar nas comemorações dessa época do ano.

São deliciosas mini-quiches de queijo com milho verde, feitos com massa folhada. Confira a receita abaixo, fácil de fazer, testada pela Cozinha Experimental Arosa.

Bom apetite!

Receita

Mini-quiche de queijo com milho verde

Ingredientes:

  • 1 pacote de Disco de Massa Folhada AROSA nº 8
  • Margarina (para untar)
  • Queijo ralado para polvilhar

Recheio:

  • 2 pacotes de Suflê de Queijo AROSA 300 g
  • 2 latas de milho verde
  • 2 colher (sopa) de salsinha processada

Preparo:

1. Descongele os pacotes de Suflê de Queijo AROSA conforme as instruções da embalagem.

2. Misture o suflê de queijo e o milho verde escorrido.

3. Leve ao fogo misturando sempre até engrossar. Desligue o fogo e acrescente a salsinha. Deixe esfriar.

Montagem:

1. Unte com um pouco de margarina as forminhas, tipo para empada.

2. Acomode os discos de Massa Folhada nº 8 dentro das forminhas e coloque uma colher de sopa de recheio já frio no centro de cada disco

3. Polvilhe o queijo ralado.

4. Leve para assar em forno pré-aquecido (180 ºC) até ficarem douradas (aproximadamente 25 minutos).

Tempo de preparo: 40 minutos

Rendimento: 33 discos de massa folhada

Experimente também este recheio nas bases assadas AROSA: Barquete Mil Folhas, Mini Tortinha Mil Folhas ou Tartelete Mil Folhas.

Receita elaborada pela Cozinha Experimental Arosa www.arosa.com.br

Foto: divulgação

1 de junho de 2010

BOLO SOUZA LEÃO


Um pouco da história do Bolo:

O doce tem lugar de destaque na culinária nordestina e traz referências do passado e do presente, frutos de heranças culturais diversas – portuguesa, hispânica, africana, ameríndia. A história nos mostra que, desde a colonização do Brasil, a presença dos doces é marcante. Nos engenhos, as prendadas senhoras da casa-grande trouxeram de Portugal uma vasta experiência na elaboração dos doces, muitos originários das cozinhas dos conventos, que passaram a compor a doçaria tradicional portuguesa. Na terra colonizada, foram feitas adaptações ou acréscimos em suas receitas, com os ingredientes locais disponíveis, sem comprometer o sabor.


Gilberto Freyre, no seu livro Açúcar, afirma: “a marmelada, o caju e a goiabada tornaram-se desde os tempos coloniais, os grandes doces das casa-grandes. A banana assada ou frita com canela, uma das sobremesas mais estimadas das casas patriarcais, ao lado do mel de engenho com farinha de mandioca, com cará, com macaxeira; ao lado do sabongo [doce de coco com o mel de engenho] e do doce de coco verde e, mais tarde, do doce com queijo – combinação tão saborosamente brasileira” (FREYRE, 1987, p. 57).


Ao lado dos doces, o Nordeste brasileiro é área por excelência dos bolos, principalmente dos bolos autorais, de receita especial de família. A exemplo deste, encontramos o Souza Leão que ganhou valor de patrimônio regional e mesmo nacional.


Segundo pesquisadores, o Bolo Souza Leão entrou na história da culinária pernambucana por intermédio de Dona Rita de Cássia Souza Leão Bezerra Cavalcanti, esposa do coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanti, proprietário do engenho São Bartolomeu, povoado de Muribeca, município de Jaboatão dos Guararapes.

De Dona Rita, renomada quituteira da época, tem-se conhecimento de que muitas de suas receitas ficaram famosas, como a do Bolo São Bartolomeu e o Bolo Souza Leão.

Alguns ingredientes do Souza Leão, originalmente europeus, foram substituídos: o trigo pela massa de mandioca e a manteiga francesa, por manteiga feita na cozinha do engenho.

O sucesso ficou garantido até a atualidade e é considerado o mais aristocrático bolo nordestino. Inclusive, na tradição de servir o bolo, existe a obrigação de utilizar pratos de porcelana ou de cristal. Provavelmente, esta exigência deva-se a importância dos Souza Leão, que o batizaram.

Conta-se, também, que ele foi servido ao imperador Dom Pedro II e sua esposa, Tereza Cristina, quando de passagem por Pernambuco, no ano de 1859.


Atualmente, é tarefa difícil identificar a receita original, que se atribuiu a Dona Rita de Cássia. Freyre (1987, p. 77), confirma: “Consegui várias receitas desse manjar, mas todas se contradizem, a ponto de me fazerem duvidar da existência de um bolo Sousa Leão orotodoxo [verdadeiro].

Consegui-as quase como quem violasse segredos maçônicos”. Os descendentes da família Souza Leão são provenientes de onze engenhos de Pernambuco. Com o passar dos anos, a receita original foi sofrendo pequenas variações nos ingredientes, e cada ramificação da família afirma ser sua a receita verdadeira. Deixando à parte essa disputa, a verdade é que qualquer que seja a versão apresentada, o bolo é sempre bom, cremoso, lembrando um pudim, e quem o degusta, nunca o esquece.


Fonte: Fundação Joaquim Nabuco



Você vai precisar de:
  • 1/2 kg de puba (massa de mandioca mole) bem lavada e espremida
  • 6 gemas
  • 750ml de leite de coco
  • 1 xícara de água
  • 500g de açúcar
  • 200g de manteiga
  • 1 colher de café de sal
  • 200g de castanha de cajú
Preparo:

Numa tigela grande ponha a puba e vá juntando as gemas, uma de cada vez, misturando bem.
Acrescente o leite de coco e mexa bem.
Faça uma calda, em ponto de fio brando com o açúcar e a água, junte a manteiga e despeje aos poucos sobre a massa de puba, mexendo sempre.
Ponha o sal e passe tudo na peneira. Junte a castanha e leve ao forno pré-aquecido, em forma de furo untada e polvilhada, por cerca de uma hora.

31 de maio de 2010

BISCOITO DE CERVEJA

VOCÊ VAI PRECISAR DE :

1/2kg de farinha de trigo
250g de manteiga
1/2 copo de cerveja
3/4 xícara de chá de açúcar cristal

PREPARO:

Misture tudo muito bem até obter uma massa lisa e homogênea. Pegue porções da massa, faça rolinhos e depois corte em pedaços de 2,5cm de comprimento. Amasse como pequenos nhoques. Polvilhe com o açúcar e coloque em assadeira antiaderente e asse em forno preaquecido a 180ºC por 20 minutos. Retire e deixe esfriar.

Tempo : 1 hora - Rendimento : 100 unidades

27 de maio de 2010

Conserva de jiló


Lembro-me que minha avó me obrigava a comer jiló, e nem podia reclamar.

Mas com o tempo comecei a gostar do danado e junto com a nona aprendi a fazer várias coisas legais come ele.

O jiló (Solanum gilo) é o fruto da planta herbácea jiloeiro, muito cultivado no Brasil. É um fruto, geralmente confundido com um legume, famoso por seu gosto amargo. É famosa a canção de Luiz Gonzaga, "Que nem Jiló", em que ele compara as dores da saudade à amargura do jiló:

Ai, quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz doer
E amarga que nem jiló

É originário da África Ocidental, onde ainda é cultivada, por exemplo, na Nigéria.

VOCÊ VAI PRECISAR DE :


250 g de jiló
25 g de azeitonas pretas s/caroço e picadas
100 g de cebola
120 ml de óleo
120 ml de vinagre
Sal


PREPARO:

Lave os jilós e corte em cruz sem separar as partes. Cozinhe em água e sal por 15 minutos. Escorra e arrume os jilós em uma vasilha de vidro ou vidro de conserva. Jogue por cima as azeitonas (se desejar) e a cebola picada. Misture o óleo e o vinagre e junte aos jilós. Sirva depois de 24 horas.


RENDE (10 porções)

17 de maio de 2010

Robalo com banana-nanica verde

Você vai precisar de:

4 postas médias de robalo
3 bananas-nanicas médias bem verdes
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola média picada em pedaços bem pequenos
2 tomates médios sem pele e sem sementes
folhas de 1/2 maço médio de coentro picadas
sal a gosto

Preparo:

Lave as postas de peixe e reserve. Lave as bananas, pique-as, sem tirar as cascas, em rodelas de 2 cm de espessura. Reserve. Aqueça a metade do azeite de oliva numa frigideira funda e frite as postas de peixe até dourar dos dois lados. Polvilhe sal, retire do fogo e reserve. Na mesma frigideira, adicione o azeite de oliva restante, a cebola e os tomates. Refogue, mexendo de vez em quando, até a cebola ficar bem macia. Junte a metade do coentro, as rodelas de bananas e 1/2 xícara (chá) de água. Tampe a panela e cozinhe por mais 3 minutos, ou até as bananas ficarem macias. Disponha as postas de peixe e tampe novamente a panela. Deixe no fogo por mais 2 minutos. Acerte o sal, salpique o coentro restante e retire do fogo.

Infelizmente sem foto, o povo comeu antes...

14 de maio de 2010

Doce Árabe - Ninho

Adoro esses doces árabes, aliás a culinária árabe muito me agrada.
Também com a dominação árabe na Sícilia não poderia ser diferente, eles nos deixaram muitas coisas boas que foram agregadas a culinária italiana.

Você vai precisar de:


2 pacotes de aletria
200g de manteiga
1/2 kg de ricota fresca
Açúcar
Passas

Preparo:

Torre o macarrão na manteiga, e coloque metade em uma forma refrataria retangular. Coloque a ricota amassada com açúcar e cubra com o resto de aletria. Faça uma calda em ponto de fio e despeje por cima.

Leve ao forno pré-aquecido, por alguns minutos, para firmar a ricota. Depois de frio, corta-se em quadradinhos.
Acrescente as passas ao recheio.

12 de maio de 2010

Brigadeirão


Essa é pro pessoal que adora chocolate.

Brigadeirão

Você vai precisar de:

  • 1 lata de creme de leite sem soro
  • • 1 xícara (chá) de chocolate granulado para decorar
  • • manteiga para untar
  • • 3 ovos
  • • 1 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
  • • 4 colheres (sopa) de açúcar
  • • 1 xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
  • • 1 lata de leite condensado

Preparo:

Bata no liqüidificador o Leite Moça, o Creme de Leite, o Chocolate em Pó, oaçúcar, a manteiga e os ovos. Quando ficar homogêneo, despeje em uma fôrma com furo central (19cm de diâmetro) untada com manteiga. Cubra com papel de alumínio e asse em banho-maria em forno médio (180°C) por cerca de 1 hora e 30 minutos.
Desenforme ainda morno e decore toda a superfície com o chocolate granulado.
Leve à geladeira por cerca de 6 horas.

Microondas: Prepare o Brigadeirão como no modo de preparo convencional. Leve ao microondas por cerca de 8 minutos na potência alta. Desenforme ainda morno e decore toda a superfície com o chocolate granulado.
Leve à geladeira por cerca de 6 horas.

4 de maio de 2010

Bolo Indígena


Evidentemente adaptado pra que todos possam fazê-lo.

Você vai precisar de:

2 xícaras de chá de farinha de milho grossa ou média

2 xícaras de leite

1 1/2 xícara de açúcar

1/2 xícara de óleo

100 g de coco ralado (eu coloco 200)

3 ovos (separe claras e gemas)

1 colher de sobremesa de fermento


Preparo:


Misture na panela a farinha de milho, o leite, o açúcar e o óleo.

Cozinhe por 5 minutos.
Deixe esfriar.
Depois de frio, misture as gemas com o coco ralado.
Delicadamente misture as claras em neve.
Forma untada e enfarinhada.

Asse em forno médio por 45 minutos

3 de maio de 2010

Receita para o Dia das Mães - ApfelStrudel


Folhado de Maçã


Ingredientes:


1 pacote de Massa Folhada Semi-Laminada AROSA 400g
1 ovo inteiro batido para pincelar


Recheio:


1 colher (sopa) de castanha de caju (ou farinha de rosca)
4 maçãs descascadas e cortadas em fatias finas (cruas ou cozidas)
½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (café) de canela em pó
2 colheres (sopa) de uvas passas sem semente


Preparo:


Descongele a Massa Folhada Semi-Laminada AROSA conforme as instruções da embalagem.

Abra a massa no tamanho de 35cm X 45cm. No centro da massa (no sentido da largura) salpique com a castanha de caju e distribua as fatias de maçãs, as uvas passas, a canela e por último polvilhe com o açúcar. Pincele com ovo batido as duas laterais menores e dobre-as sobre o recheio, cerca de 3cm a 4cm. Pinte todas as laterais e feche toda a massa sobre o recheio (envelope) sobrepondo as duas laterais maiores cerca de 2cm a 3cm.

Depois disso, pincele o strudel com o ovo batido mais uma vez.
Coloque numa assadeira levemente untada e leve à geladeira por 15 minutos. Asse em forno pré-aquecido (180ºC) por 45 a 60 minutos.

Dica:

Polvilhe o Pó para Cobertura AROSA (açúcar de confeiteiro) no folhado assado ainda quente e sirva acompanhado com chantilly.


Tempo de preparo:


50 minutos


Rendimento:

25 porções


Receita elaborada e testada pela Cozinha Experimental Arosa

Foto: divulgação

AROSA

www.arosa.com.br

22 de abril de 2010

Hoje dia 22/04 é dia da mandioca.

Eu adoro mandioca, só não como crua pq não dá. Macaxeira, aipim, mandioca, como queiram chamar.

Mandioca é o nome pelo qual é conhecida espécie comestível e mais largamente difundida do gênero Manihot, composto por diversas variedades de raízes comestíveis.

O nome dado ao arbusto da manihot é maniva. Trata-se de um arbusto que teria tido sua origem mais remota no oeste do Brasil (sudoeste da Amazônia) e que, antes da chegada dos europeus à América, já estaria disseminado, como cultivo alimentar, até à Mesoamérica (Guatemala, México). Espalhada para diversas partes do mundo, tem hoje a Nigéria como seu maior produtor.[1]

No Brasil possui muitos sinônimos, usados em diferentes regiões, tais como aipi, aipim, castelinha, macaxeira, mandioca-doce, mandioca-mansa, maniva, maniveira, pão-de-pobre,[2] e variedades como aiapuã e caiabana, ou nomes que designam apenas a raiz, como caarina.

Origem

Foi cultivada por várias nações indígenas da América Latina que consumiam suas raízes, tendo sido exportada para outros pontos do planeta, principalmente para a África, onde constitui, em muitos casos, a base da dieta alimentar. No Brasil, o hábito de cultivo e consumo da raiz continua.

Lendas

O folclorista Câmara Cascudo regista alguns mitos sobre a mandioca. São eles:

Entre os parecis, povo de Mato Grosso a história é a seguinte: Zatiamare e sua esposa Kôkôtêrô tiveram um par de filhos - o menino Zôkôôiê e uma menina, Atiolô - que era desprezada pelo pai, que a el

a nunca falava senão por assobios. Amargurada pelo desprezo paterno, a menina pediu à mãe que a enterrasse viva; esta resistiu ao estranho apelo, mas ao fim de certo tempo, atendeu-a: a menina foi enterrada no cerrado, onde o calor a desagradou, e depois no campo, também

lugar que a incomodara. Finalmente, foi enterrada na mata onde foi do seu agrado; recomendou à mãe para que não olhasse quando desse um grito, o que ocorreu após algum tempo. A mãe acorreu ao lugar, onde encontrou um belo e alto arbusto que ficou rasteiro quando ela se aproximou; a índia Kôkôtêrô, porém, cuidou da planta que mais tarde colheu do solo, descobrindo que era a mandioca.[4]

Entre os bacairis a lenda conta de um vea

do que salvara o bagadu (peixe da família Practocephalus) que para recompensá-lo deu-lhe mudas da mandioca que tinha ocultas sob o leito do rio. O veado conservou a planta para alimentação de sua família, mas o herói dos bacairis, Keri, conseguiu pegar do animal a semente que distribuiu entre as mulheres da tribo.[5]

A lenda de Mani foi registrada em 1876, por Couto de Magalhães. Em domínio público, este foi o registro do folclorista:

"Em tempos idos, apareceu grávida a filha dum chefe selvagem, que residia nas imediações do lugar em que está hoje a cidade Santarém. O chefe quis punir no autor da desonra de sua filha a ofensa que sofrera seu orgulho e, para saber quem ele era, empregou debalde rogos, ameaças e por fim castigos severos. Tanto diante dos rogos como diante dos castigos a moça permaneceu inflexível, dizendo que nunca tinha tido relação com homem algum. O chefe tinha deliberado matá-la, quando lhe apareceu em sonho um homem branco que lhe disse que não matasse a moça, porque ela efetiva mente era inocente, e não tinha tido relação com homem. Passados os nove meses, ela deu à luz uma menina lindíssima e branca, causando este último fato a surpresa não só da tribo como das nações vizinhas, que vieram visitar a criança, para ver aquela nova e de sconhecida raça. A criança, que teve o nome de Mani e que andava e falava precocemente, morreu ao cabo de um ano, sem ter adoecido e sem dar mostras de dor. Foi ela enterrada dentro da própria casa, descobrindo-se e regando-se diariamente a sepultura, segundo o costume do povo. Ao cabo de algum tempo, brotou da cova uma planta que, por ser inteiramente desconhecida, deixaram de arrancar. Cresceu, floresceu e deu frutos. Os pássaros que comeram os frutos se e mbriagaram, e este fenômeno, desconhecido dos índios, aumentou-lhes a superstição pela planta. A terra afinal fendeu-se, cavaram-na e julgaram reconhecer no fruto que encontraram o corpo de Mani. Comeram-no e assim aprenderam a usar da mandioca."[6]
Câmara Cascudo acrescenta que o nome mandioca advém de Mani + oca, significando casa de Mani. É, segundo este autor, um mito tupi, recontado em obras posteriores como Lendas dos Índios do Brasil, de Herbert Baldus (1946), e Antologia de Lendas dos Índios Brasileiros, de Alberto da Costa e Silva (1956).

Variedades

Existem diversas variedades da planta, que se dividem em mandioca-doce e mandioca-brava (ou mandioca-amarga), de acordo com a presença de ácido cianídrico (que é venenoso se não for destruído pelo calor do cozimento ou do sol). Algumas regiões usam o nome aipim ou macaxeira para designar a mandioca-doce.

As variações não se restringem apen

as à quantidade de ácido cianídrico. Variam também as cores das partes de folhas, caules e raíz, bem como sua forma.

Utilização

No Brasil, a raiz tuberosa da mandioca

é consumida na forma de farinhas, da qual se faz a farinha de mandioca e tapioca ou, em pedaços cozidos ou fritos. Está presente também no preparo de receitas típicas da Amazônia como o tacacá, o molho tucupí e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.

Dela também são feitas bebidas. Como o cauim (indígena) feito através de fermentação. Por meio de um processo

de destilação é produzida uma cachaça ou aguardente de mandioca a tiquira.[8] Possui elevado teor alcoólico. É comum no Estado do Maranhão mas é pouco conhecida no restante do Brasil.[9]

Durante a implantação do Pró-álcool a mandioca foi estudada como possível alternativa de matéria prima para a pro

dução de etanol.

Dela também se faz outra farinha o polvilho (fécula de mandioca), doce ou azedo, que serve para a preparação de diversas comidas típicas como, o pão de queijo. Apesar de frequente em países da África e da Ásia, para onde foram levadas pelos colonizadores ibéricos, o hábito de

utilizar as folhas da planta para alimentação, no Brasil, só ocorre na região Norte.

Na África é comum consumir-se, além da raiz, também as folhas jovens em forma de esparregado. Em Moçambique, estas são piladas (moídas no pilão), juntamente com alho e a própria farinha seca da raiz e depois cozinhada normalmente com um marisco (caranguejo ou camarão); esta comida se chama "matapa" e é uma das mais populares da culinári

a moçambicana. Em Angola este esparregado é conhecido como "kissaca".

A farinha de mandioca comumente é preparada a partir da mandioca-brava. Para se extrair a manipuera é necessário o uso do tipiti ou outro tipo de prensa e dela retira-se a caiarema ou carimã, no linguajado popular, polvilho.

Manipuera:

  • mani = o nome da menina,
  • puera (güera) = tem o significado de ruim (a parte ruim da mani), o que já foi, velho.

Pudim de Tapioca com calda de maracujá:

Você vai precisar de:


1 xícara de tapioca

1 litro de leite morno

1 pacote de 200 g de côco ralado

2 xícaras de açúcar
1 colher de sopa de manteiga sem sal

6 ovos batidos


Calda:

1 xícara de açúcar

1 xícara de suco de maracujá concentrado
Misturar os dois e colocar na panela até atingir ponto de fio grosso

Preparo:

Misture todos os ingrediente com o leite morno e misture, deixe de molho por 1 hora.
Mexa de vez em quando pra não empelotar. Depois coloque no forno em banho maria. Em torno de 30 minutos/40. Vc também pode fazer no microondas em forma própria por 15 minutos.

Referências:

  1. ↑ Variedade Híbrida de Mandioca, por Antônio Abrantes, artigo sobre Nagib Nassar (acessado em fevereiro de 2009)
  2. ↑ Dicionário Aurélio, verbete mandioca
  3. ↑ Dicionário Aurélio, verbetes aiapuã, caiabana e caarina
  4. ↑ CASCUDO, Dicionário do Folclore Brasileiro, verbete mandioca: este mito foi registrado por Clemente Brandenburger, in: Lendas dos nossos índios
  5. ↑ CASCUDO, op. cit., id., este mito foi registado por Karl von den Steinen, in: Entre os Aborígenes do Brasil Central
  6. ↑ COUTO DE MAGALHÃES, José Vieira. O Selvagem, pp. 134-135 - transcrito por CASCUDO, op. cit, verbete Mani.
  7. ↑ CASCUDO, op. cit., verbete Mani
  8. ↑ Tiquira – a prima pobre
  9. ↑ Outra peculiaridade do Maranhão: a tiquira, cachaça de coloração lilás.

30 de março de 2010

Receita Bem Brasileira para a Páscoa.


Sempre enxerguei o Norte como um dos Estados Brasileiros, que melhor representam a brasilidade.

Adoro os gostos, os cheiros, as cores!

Tudo!

A padroeira dos Amazonenses, Paraenses, Nortistas em geral, é Nossa Sra de Nazareth, lá a festa mais importante é o Círio, mas nem por isso eles deixam de comemorar a Páscoa.

Então pra fazer um prato brasileiro na Páscoa segue a minha dica:

Uma Anchova grande gorda

Folhas de taioba

Pimenta de cheiro

Alfavaca

Coentro ou chicória do norte.

Tucupi ou um bom caldo de peixe.

Alho

Sal

Cebola

Tempere o peixe com alho sal e cebola.

Leve o Tucupi ou o caldo para ferver, com a alfavaca o coentro amarradinhos tipo bouquet garni.

Coloque o peixe temperado e deixe cozinhar

Quando pronto adicione as filhas de taioba retire o raminho abafe e aguarde.

Acompanhamento:

Farofa de banana.

O.B.S.:

A taioba deve ser rasgada e retirado o caule.

Deve-se escaldar a taioba antes do cozimento.

Simples delicioso, e BRASIL!


Mapa: http://www.brasilrepublica.com/norte.htm

23 de março de 2010

Almoço Egípcio



Dias atrás, recebi um telefonema um tanto curioso e inusitado.
Recebi a missão de fazer um almoço egípcio, para 10 pax.
Sim egípcio!
O motiv
o era simples, a celebração do ano novo místico, o Equinócio Vernal dia 21/03.
Vamos lá:
O Equinócio Vernal (21/03), assinala a entrada da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul.
É especialmente considerado pelos Astrólogos, pois este “Ponto Vernal”, marca o início do Signo de Áries, a entrada do Sol no Signo de Áries, que marca o início do Zodíaco. É quando o Sol, no seu movimento aparente, passa do hemisfério sul para o hemisfério norte.
Dito isso continuemos.
Prontamente disse sim.

Ao desligar o telefone, senti um vazio tremendo.
E disse: "D'us que alm
oço vai ser esse?"
Porque a culinária egípcia, se mistura com a libanesa e apresenta um contexto culinário muito singular, de uma região que podemos incuir os países fronteiriços, como a Síria, Bahrei, Arábia Saudita e Jordânia.
Mais uma vez disse a mim mesma: "Me
u D'us o que eu vou apresentar?"
Um amigo sugeriu-me que servisse tudo em forma de pirâmide e dentro de sarcófagos.
Valeu Pecora.
Me acalmou muito, pois a gargalhada foi quase que um descarrego.
A culinária egípcia possui pequenas diferenças, e outras chocantes, tamanha distância cultural, ainda que pretendam conmvergir na união.
Pensei de cara em uma coisa luxuosa, uma vez qu
e contamos com mais de 5.000 anos de história que mantém vivia uma pequeníssima parte de uma herença sem herdeiros.
Bem, minha mente
passou algum tempo viajando, entre faraós e pirâmides.
Mas quando coloquei novamente os pés no chão da cozinha, reco
rdei-me do consumo de produtos de grandes dinastias do Império, grão de bico, favas, lentilhas, figos, frutas secas e oleaginosas, pato, cordeiro.
Então vamos lá nessa jornada.
Nada começa sem os "mezze", que são entradas e aperitivos, e, que na realidade são uma fartíssima refeição, e que devemos ter parcimônia ou corrermos o sério risco de não aguentarmos o que vem a seguir.
Lembrei-me dos Persas, do domínio romano, dos Otomanos e novamente viajei.
A cozinha egípcia é heter
ogênea demais, para determinarmos um marco.
Porém sua história é riquíssima.
Vamos enfim ao cardápio do almoço:

Mezze:
Baba Gannush

Kafta al gambari

Entradas e ou pratos pricipais:

Waraq el enab (charutos)
Mashi (arroz com carne e frutos secos)
Samak bi salsat al tahina

al Batt al mahshi bi al basal (pato recheado com cebola)

Sobremesas:

Basbusa
Mohalabeya de Kamar El Din

Gosto muito da Basbusa, então passarei a receita:



Você
vai precisar de :

500g de semola
700 ml de iogurte
500g de açúcar
1 limão
100 g de manteiga

2 colheres de sopa de farinha de trigo
1 colher de sobremesa
de essencia de baunilha
2 colheres de sopa de coco ralado fresco
1 colher de café de bicarbonato.


Preparo:


Misturar a semola, a farinha o bicarbonato e peneirar.

Acrescentar 300 g de açúcar e o coco.
Em um recipiente fundo, juntar a manteiga de
rretida, o iogurte e a essencia.
Mexa até obter uma masa delicada e sem grumos.

Coloque em uma forma de bolo de sua preferencia (eu prefiro a tradicional com furo no meio, mas dessa vez pelo visual usei outra), e leve ao forno pré aquecido a 180° até que a superfície esteja tostada.
Deixe esfriar.
Prepare uma calda em ponto de xarope suave com 1/2 copo de água, 200g de açúcar e o suco de 1 limão.
Desenforme o bolo e regue-o com o xarope.

16 de março de 2010

Receita Pascoa Mini Tulipas AROSA


Receitas com bacalhau são as mais pedidas na comemoração da Páscoa.
Uma dica para inovar no menu sem perder a tradição, é preparar o bacalhau de um jeito novo e criativo, como essas charmosas mini tulipas de bacalhau e queijo brie, receita testada pela Cozinha Experimental Arosa. Elaborada com massa folhada, é fácil de fazer e fica deliciosa para servir no aperitivo ou como entrada, acompanhada de saladinha de folhas verdes.

Confira a receita e boa Páscoa!

Mini tulipas de bacalhau e queijo brie

Ingredientes


1 pacote de Massa Folhada Laminada Arosa 300 g;

1 ovo inteiro batido para pincelar;

Margarina para untar.

Recheio

150 g de bacalhau salgado seco;

¼ xícara (chá) de cebola picada;
2 colheres (sopa) de azeite;
¼ xícara (chá) de azeitonas verdes picadas;

125 g de queijo brie picado;
Sal (se necessário).


Modo de Fazer

1) Deixar o bacalhau de molho com água na geladeira por 24 horas, trocando a água de 3 a 4 vezes. Após a dessalga, ferver o bacalhau por aproximadamente 10 minutos, retirar a pele, as espinhas e desfiar bem fino.


2) Dourar a cebola no azeite e acrescentar o bacalhau desfiado.

3) Adicionar as azeitonas.

4) Acertar o sal se necessário.

Montagem

1) Descongelar a Massa Folhada Laminada Arosa conforme instruções da embalagem.

2) Cortar quadrados de massa folhada com 10 cm.

3) Colocar no centro uma colher de sopa de recheio de bacalhau e cobrir com uma colher de sobremesa de queijo brie.


4) Unir as 4 pontas do quadrado e colocar dentro de forminhas de alumínio para empadas levemente untadas com margarina.

5) Gelar por 10 minutos, pincelar as laterais das tulipas com um ovo inteiro batido.

6) Assar em forno pré-aquecido (180 ºC) por aproximadamente 25 minutos.

Tempo de preparo:

1 hora
Rendimento:
8 mini tulipas


AROSA
www.arosa.com.br