
Para os aficcionados em dieta e os Nutricionistas.
Achei realmente muito boa esse invenção.
Mas atenção, o produto é fabricado nos EUA, então segue os padrões de lá.
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Bate papo sobre culinária, receitas, mundo do vinho e tudo mais sobre o maravilhoso mundo da gastronomia. Dicas, eventos, livros, filmes...

Mandioca é o nome pelo qual é conhecida espécie comestível e mais largamente difundida do gênero Manihot, composto por diversas variedades de raízes comestíveis.
O nome dado ao arbusto da manihot é maniva. Trata-se de um arbusto que teria tido sua origem mais remota no oeste do Brasil (sudoeste da Amazônia) e que, antes da chegada dos europeus à
O folclorista Câmara Cascudo regista alguns mitos sobre a mandioca. São eles:
Entre os parecis, povo de Mato Grosso a história é a seguinte: Zatiamare e sua esposa Kôkôtêrô tiveram um par de filhos - o menino Zôkôôiê e uma menina, Atiolô - que era desprezada pelo pai, que a el
a nunca falava senão por assobios. Amargurada pelo desprezo paterno, a menina pediu à mãe que a enterrasse viva; esta resistiu ao estranho apelo, mas ao fim de certo tempo, atendeu-a: a menina foi enterrada no cerrado, onde o calor a desagradou, e depois no campo, também
lugar que a incomodara. Finalmente, foi enterrada na mata onde foi do seu agrado; recomendou à mãe para que não olhasse quando desse um grito, o que ocorreu após algum tempo. A mãe acorreu ao lugar, onde encontrou um belo e alto arbusto que ficou rasteiro quando ela se aproximou; a índia Kôkôtêrô, porém, cuidou da planta que mais tarde colheu do solo, descobrindo que era a mandioca.[4]
Entre os bacairis a lenda conta de um vea
do que salvara o bagadu (peixe da família Practocephalus) que para recompensá-lo deu-lhe mudas da mandioca que tinha ocultas sob o leito do rio. O veado conservou a planta para alimentação de sua família, mas o herói dos bacairis, Keri, conseguiu pegar do animal a semente que distribuiu entre as mulheres da tribo.[5]
A lenda de Mani foi registrada em 1876, por Couto de Magalhães. Em domínio público, este foi o registro do folclorista:
Existem diversas variedades da planta, que se dividem em mandioca-doce e mandioca-brava (ou mandioca-amarga), de acordo com a presença de ácido cianídrico (que é venenoso se não for destruído pelo calor do cozimento ou do sol). Algumas regiões usam o nome aipim ou macaxeira para designar a mandioca-doce.
As variações não se restringem apen
as à quantidade de ácido cianídrico. Variam também as cores das partes de folhas, caules e raíz, bem como sua forma.
No Brasil, a raiz tuberosa da mandioca
é consumida na forma de farinhas, da qual se faz a farinha de mandioca e tapioca ou, em pedaços cozidos ou fritos. Está presente também no preparo de receitas típicas da Amazônia como o tacacá, o molho tucupí e com suas folhas cozidas prepara-se a maniçoba.
Dela também são feitas bebidas. Como o cauim (indígena) feito através de fermentação. Por meio de um processo
de destilação é produzida uma cachaça ou aguardente de mandioca a tiquira.[8] Possui elevado teor alcoólico. É comum no Estado do Maranhão mas é pouco conhecida no restante do Brasil.[9]
Durante a implantação do Pró-álcool a mandioca foi estudada como possível alternativa de matéria prima para a pro
dução de etanol.
Dela também se faz outra farinha o polvilho (fécula de mandioca), doce ou azedo, que serve para a preparação de diversas comidas típicas como, o pão de queijo. Apesar de frequente em países da África e da Ásia, para onde foram levadas pelos colonizadores ibéricos, o hábito de
utilizar as folhas da planta para alimentação, no Brasil, só ocorre na região Norte.
Na África é comum consumir-se, além da raiz, também as folhas jovens em forma de esparregado. Em Moçambique, estas são piladas (moídas no pilão), juntamente com alho e a própria farinha seca da raiz e depois cozinhada normalmente com um marisco (caranguejo ou camarão); esta comida se chama "matapa" e é uma das mais populares da culinári
a moçambicana. Em Angola este esparregado é conhecido como "kissaca".
A farinha de mandioca comumente é preparada a partir da mandioca-brava. Para se extrair a manipuera é necessário o uso do tipiti ou outro tipo de prensa e dela retira-se a caiarema ou carimã, no linguajado popular, polvilho.
Manipuera:


Até hoje os judeus se reunem para o "Seder", um jantar especial que é feito em família e dura oito dias.
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição.
Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera.Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos.
Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças.
Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII.
A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.
A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos. [1]
Agora falemos do chocolate, que causa frisson e carrega uma legião de admiradores.
O chocolate é feito de sementes de uma árvore nativa da nossa Amazônia.
O "Theobroma Cacao", que contém poucas quantidades de cafeína, mas rico em teobromina, e, em ambos a cafeína e a teobromina, são substâncias químicas proximas as que se formam dentro do organismo de qualquer ser humano normal.
Assim como a cafeína, a teobromina é um estimulante, excitante, porém o potencial viciante do chocolate é enorme.
O cacau entrou no México, trazido dos trópicos da América do Sul, muito, mas muito tempo antes da conquista espanhola. (1519-1521)
O cacau no México exercia um papel obrigatório e habitual nas religiões Maia e Azteca.
Na cultura Maia, as sementes de cacau eram usadas como dinheiro.
Relatos contam que o manda chuva Montezuma tinha um vício grande pelo cacau moído.
Existem relatos que na coroação de Montezuma II em 1502, foi servida uma mistura de chocolate moído e cogumelos ricos em psilobicina aos convidados.
Imaginem!
Não consigo nem pensar nessa coroação.
Hernan Cortez - conquistador do Império Azteca - ouviu de sua amante Dona Mariana, que o cacau tinha um grande poder afrodisiaco, Cortez se animou, e, é claro queria iniciar logo o cultivo da plantinha.
E prontamente escreveu ao imperador Carlos V.
"Foram plantadas duas mil árvores nas terras da fazenda; os frutos são parecidos com as amêndoas, e são vendidas em pó"
Algum tempo depois, o chocolate foi importado para a Espanha, e rapidamente tornou-se popular.
Mas a sua propagação foi lenta.
O chocolate só apareceu na Itália e nos Países Baixos em 1606, e chegou a França e Inglaterra por volta de 1650.
Mas houve um período durante o reino de Frederico II, onde ele era o veículopara os venenos usados na época.
Claro saboroso, é muito mais fácil envenenar alguém.
A popularidade e a produção do chocolate cresceram
O chocolate tornou-se a base da expansão do império mercantil.
Hoje movimenta milhões.
"A taça que alegra mas não inebria"
[1] - A vitória da Páscoa, Georges Chevrot, Editora Quadrante, São Paulo, 2002
Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi Térreo da Rocinha Av. Gov. Magalhães Barata, 376 Bairro de São Brás – Belém/PA CEP 66040-170 – Brasil Telefone: 55-91-32191252 Fax: (91) 3259-6588
COMENTÁRIO
Ettore Scola repete aqui a mesma receita de “O Baile”, onde, concentrando todas as cenas em um só ambiente, se debruça sobre a análise sutilmente detalhada do ser humano enquanto individuo. Abolindo por completo qualquer recurso de efeitos especiais ou jogos de câmeras, coloca o enredo num cenário marcado pela verossimilhança com o cotidiano, e concentra a composição dos personagens no vestuário, gestos e diálogos, aos quais faz jus a interpretação do elenco. Ettore consegue criar com soberba densidade dramática, um microcosmo minimalista, onde o humor se intercala como humanismo e a poesia.
A história se fragmenta e se complementa em vários núcleos, que expõem a vida, e a forma como esta é encarada, através de atitudes circunstanciais. Os 98 minutos do filme se passam na sala de um restaurante e seus adjacentes (cozinha e recepção), aonde os personagens vão traçando o roteiro na medida em que chegam.
Os conflitos, mais ou menos profundos, apresentados de uma forma mais ou menos escancarada, de cada núcleo, são acompanhados pelo delicioso cardápio, e pelos vinhos que aconchegam e desinibem o espírito. Os pratos, escolhidos pelos fregueses ou indicados pelo garçom, são o retrato da tradicional cozinha italiana, orquestrados pela maestria de um cozinheiro que deixa a alma impregnar-se pelo paladar. O valor dado à essência da gastronomia é enfatizado pela indignação do garçom, quando uma família de japoneses insiste em colocar catchup no prato que lhe é servido.
Neste filme, a culinária é também um personagem constantemente presente, e embora as câmeras não foquem a aparência dos alimentos num contexto enfático, os mais apaixonados por esta arte, acabam recorrendo à imaginação para tentar descobrir como e com o quê cada item do cardápio foi elaborado.


Já para os que cultivam uma decoração cool, há os tapetes de banheiro na forma da banana (lembra a capa do CD dos Velvet Underground feita pelo 
Tendo como um de seus slogans: coisas que funcionam, colocam um sorriso no seu rosto e não custam uma fortuna, os americanos de Fred&Friends surpreendem com seu design divertidíssimo capazes de provocar ao menos uns minutos de relaxamento até durante aquela reunião de trabalho interminável. Verdadeiras ilhas de alívio num cotidiano cada vez mais sisudo e maluco. Aos interessados, há lojas espalhadas por todo Estados Unidos e Canadá além de, claro, um espaço virtual com todas as peças do catálogo da fascinante loja.
Bandeira do Brasil criada por chefs australianos para o Sydney International Food Festival