16 de junho de 2010

Restaurantes lançam Temporada Gastronômica com Festival de Inverno

Gastronomia de Campos do Jordão oferece um menu que promove um diálogo entre o novo e o clássico.

A apreciada gastronomia de Campos do Jordão entra no clima da estação mais fria e prestigiada da serra, e desta vez traz no cardápio a especialidade de cada restaurante.

A proposta é do grupo de restaurantes Cozinha da Montanha, onde cada um dos 26 associados prepararam receitas, que variam entre clássicas e contemporâneas, fiéis às suas especialidades, realizando a uma viagem gourmet por países idolatrados por sua cozinha.

O grupo de restaurantes renova pelo quarto ano sua parceria como o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e se inspira no tema "A música e seus diálogos", escolhido pelo maior evento da música clássica da América latina.

Assim o Festival de Inverno fez uma programação inspirada entre diferentes períodos, estilos, tradições, culturas musicais e sua relação com as artes. Associada a este tema, a Gastronomia de Campos do Jordão realiza para o inverno 2010 um menu que promove um diálogo gastronômico entre o novo e o clássico.

Entre essas maravilhas gastronômicas que combinam com o inverno estão as massas, carnes exóticas, fondues e a truta, que compõem maravilhosos pratos, e fazem um passeio pela cozinha italiana, suíça, francesa, mediterrânea, portuguesa, espanhola e brasileira regional.

Confira os restaurantes que fazem parte do roteiro:

Araucária ( Grande Hotel)
Cozinha Internacional - (12) 3668-6000

Baden Baden
Cozinha alemã e cervejaria - (12) 3663-3610

Barito Gourmet
Cozinha Internacional - (12) 3663-7255

Bar Mercearia Campos
Fondues, trutas e cozinha variada - (12) 3663-1253

Bia Kaffee
Cozinha alemã e confeitaria - (12) 3663-1507

Bistrô Baronesa Von Leithner
Cafés e cozinha internacional - (12) 3662-1121

Bistrô Villa Casato (Villa Casato Residenza)
Cozinha internacional - (12) 3663-7341

Cantina di Nonna Mimi
Cozinha italiana - (12) 3662-3522

Capivari
Cozinha internacional e típica local - (12) 3663-4612

Casa Da Vinci (Hotel Leão da Montanha)
Cozinha mediterrânea - (12) 3669-8811

Charpentier (Hotel Frontenac)
Cozinha internacional, acento francês - (12) 3669-1000

Casa Baronesa
Cafés e cozinha internacional - (12) 3663-1944

Confraria do Sabor
Cozinha internacional - (12) 3663-6550

Ecoparque Pesca na Montanha
Pratos com trutas do local e passeios - (12) 9716-5017

Itália
Cozinha italiana - (12) 3663-2533

La Gália
Carnes exóticas e grelhados especiais - (12) 3663-2993

Le Foyer ( Chateau La Villette)
Cozinha franco-suíça, fondues e raclettes - (12) 3663-1444

Lenz Gourmet
Gastronomia e mercado - (12) 3662-1077

Matterhorn
Cozinha suíça e empório - (12) 3663-1841

Nevada
Cozinha Internacional - (12) 3663-1566

Sabor Chocolate
Chocolateria, bombons e trufas especiais - (12)3663-1777

Safari
Cozinha contemporânea - (12) 3663-4936

Serra da Estrela ( Hotel Serra da Estrela)
Cozinha internacional - (12) 3669-8000

Spazio di Paolo
Cozinha italiana e sopas - (12) 3663-4611

Tarundu
Cozinha Internacional e pizzas especiais - (12) 3662-2590

Vila Chã
Cozinha portuguesa - (12) 3663-4702

Fonte: Redação NetCampos

15 de junho de 2010

Sobre Comentários e Moderação

Bom dia pessoal.
Sempre deixei os visitantes do blog a vontade, para fazerem seus comentários.
Inclusive permitia até comentários anônimos.
O problema é que existem pessoas, que se dão ao trabalho de visitar o meu blog pra me ofender.
Acho simplesmente covarde e sem personalidade aquele que critica se escondendo atrás do anonimato.
Respeitaria muito mais quem de verdade assinasse su nome REAL.
Todas as matérias aqui publicadas, se não são objetos de meu estudo são retiradas de sites e citadas as fontes.
Faço questão de dar o devido crédito.
Então antes de criticar ou vir aqui me ofender, leia abaixo das matérias onde cito a fonte.
Esse blog, é minha casa, e não permitirei pessoas disseminando impropérios contra mim, e pouparei meus leitores de tamanho dissabor de ler um anônimo escrevendo impropérios.
Sejam Felizes...

10 de junho de 2010

Receita com milho verde para as Festas Juninas


Mini-quiche de queijo com milho verde é a sugestão da Cozinha Experimental Arosa


Neste mês das Festas Juninas, a AROSA sugere uma receita que tem como ingrediente principal o milho verde, um item que não pode faltar nas comemorações dessa época do ano.

São deliciosas mini-quiches de queijo com milho verde, feitos com massa folhada. Confira a receita abaixo, fácil de fazer, testada pela Cozinha Experimental Arosa.

Bom apetite!

Receita

Mini-quiche de queijo com milho verde

Ingredientes:

  • 1 pacote de Disco de Massa Folhada AROSA nº 8
  • Margarina (para untar)
  • Queijo ralado para polvilhar

Recheio:

  • 2 pacotes de Suflê de Queijo AROSA 300 g
  • 2 latas de milho verde
  • 2 colher (sopa) de salsinha processada

Preparo:

1. Descongele os pacotes de Suflê de Queijo AROSA conforme as instruções da embalagem.

2. Misture o suflê de queijo e o milho verde escorrido.

3. Leve ao fogo misturando sempre até engrossar. Desligue o fogo e acrescente a salsinha. Deixe esfriar.

Montagem:

1. Unte com um pouco de margarina as forminhas, tipo para empada.

2. Acomode os discos de Massa Folhada nº 8 dentro das forminhas e coloque uma colher de sopa de recheio já frio no centro de cada disco

3. Polvilhe o queijo ralado.

4. Leve para assar em forno pré-aquecido (180 ºC) até ficarem douradas (aproximadamente 25 minutos).

Tempo de preparo: 40 minutos

Rendimento: 33 discos de massa folhada

Experimente também este recheio nas bases assadas AROSA: Barquete Mil Folhas, Mini Tortinha Mil Folhas ou Tartelete Mil Folhas.

Receita elaborada pela Cozinha Experimental Arosa www.arosa.com.br

Foto: divulgação

9 de junho de 2010

Espumantes da Linha .Nero recebem medalha de Ouro e Prata na Vinus 2010

A Domno do Brasil, representada pela linha de espumantes .Nero, conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata na 7º edição da Vinus, concurso realizado entre os dias 16 e 19 de maio, em Mendoza, Argentina. O Concurso Internacional de Vinhos e Licores premiou, ao todo, 22 rótulos de espumantes do Brasil. No total, 48 degustadores provaram 500 amostras vindas de 25 países. Dentre os degustadores brasileiros, estava o especialista Sérgio Inglez de Souza e os enólogos e diretores da ABE, Carlos Abarzúa e Leocir Bottega.

Nero Rosé Brut 750 red.JPG

As premiações para a linha .Nero foram:

.Nero Espumante Brut Branco - medalha de ouro

.Nero Espumante Moscatel - medalha de ouro

.Nero Espumante Brut Rosé- medalha de prata

Com experiência em concursos realizados mundo afora, Carlos Abarzúa destaca o reconhecimento dos espumantes brasileiros no concurso. “O Vinus confirmou o que já se sabia. A qualidade do espumante brasileiro é reconhecida mundialmente”, ressalta. Os prêmios pesaram ainda mais por competirem com champagnes, cavas e proseccos.

Participando pela primeira vez em um concurso fora do país, o diretor da entidade, Leocir Bottega, ficou impressionado com a excelente organização do evento. Segundo ele, o serviço do vinho ficou a cargo de uma escola de sommelier, o que qualificou o evento.

A Domno do Brasil, empresa do grupo Famiglia Valduga Co. com menos de dois anos de atuação no mercado, comemorou as boas notícias que revelam o potencial da empresa. A Domno atua em duas frentes de negócios: a importação de vinhos finos e a elaboração de espumantes pelo método charmat. Esse projeto representa a certeza do Grupo no crescimento do setor de vinhos finos no Brasil, tanto de nacionais quanto de importados.

7 de junho de 2010

Prêmio do Vale dos Vinhedos vai para Miolo, Pizzato e Don Laurindo

As vinícolas Miolo (Merlot Terroir Safra 2009), Pizzato (Chardonnay 2009) e Don Laurindo (Espumante Brut) foram as grandes vencedoras nas categorias Vinho Tinto, Vinho Branco e Espumante, respectivamente, durante o 2º Prêmio Vinhos do Vale dos Vinhedos, que aconteceu nesta sexta-feira (4), no Hotel & SPA do Vinho Caudalie. O evento evidenciou a qualidade dos vinhos elaborados no Vale dos Vinhedos.

Aldemir Dadalt, presidente da Aprovale (Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos) - entidade promotora do evento, comemorou o resultado, manifestou sua satisfação especialmente pela percepção do avanço da qualidade dos vinhos elaborados no Vale. "O depoimento dos degustadores foi a prova definitiva de que nossos vinhos vêm evoluindo progressivamente", garantiu.

A tarefa de eleger os melhores vinhos tinto e branco e o melhor espumante coube a um painel de 25 degustadores formado por representantes das vinícolas participantes, convidados especiais, experts no assunto e jornalistas nacionais. Durante quatro horas, o grupo participou da degustação pública e às cegas avaliando 22 vinhos: 15 tintos, 3 brancos e 4 espumantes, inscritos por 11 vinícolas.

Durante o jantar de premiação, as vinícolas vencedoras em 2009 (Pizzato, Miolo e Cordelier) passaram o troféu itinerante elaborado pelo escultor gaúcho Bez Batti para os vencedores deste ano, ficando com os definitivos criados pelos artistas do Vale dos Vinhedos, Postal e Cláudia Giordani. Para se tornar proprietária do troféu itinerante, é necessário que a mesma vinícola vença o prêmio por três anos consecutivos.

Vinho catarinense está entre os 50 melhores da América do Sul


O vinho Sauvignon Blanc safra 2009, da Villa Francioni, é o melhor rótulo brasileiro colocado no ranking do Guia Descorchados - 2010, que traz os 50 melhores vinhos da América do Sul.
O vinho catarinense ocupa a trigésima sétima colocação, está na seleção exclusiva do Guia que leva a assinatura de Patricio Tapia.
Ele contou com a colaboração dos desgustadores: Jorge Lucki, Fabrício Portelli e Hector Riquelme.
Juntos, analisaram mais de duas mil amostras de vinhos argentinos, chilenos e brasileiros e após uma seleção rigorosa foram escolhidos os melhores.
O Sauvignon Blanc da Villa Francioni, ocupa a quinta colocação da seleção, neste tipo de uva.

O lançamento da publicação aconteceu em São Paulo, no Hotel Grand Hyatt nos dias 26 e 27 de maio.
O resultado comprova a vocação da região de São Joaquim e a qualidade do terroir na serra catarinense.
E mais do que nunca, mostra evolução e maturidade dos vinhedos próprios. O Sauvignon Blanc tem aroma intenso, e é extremamente agradável.
A acidez cítrica é bastante viva e equilibrada, trazendo muito frescor ao vinho.
Para o enólogo responsável pela qualidade dos vinhos produzidos na Villa Francioni, Orgalindo Bettú, este reconhecimento mostra que “estamos no caminho certo, com a satisfação do dever cumprido e com muita energia para seguir o trabalho construído com investimentos expressivos em novas tecnologias, contando com a harmonia do clima, dos conhecimentos e maestria do autor e do trabalho de toda equipe, resultando em vinhos com qualidade indissolúvel”.

Fonte: http://www.radiocriciuma.com.br

1 de junho de 2010

BOLO SOUZA LEÃO


Um pouco da história do Bolo:

O doce tem lugar de destaque na culinária nordestina e traz referências do passado e do presente, frutos de heranças culturais diversas – portuguesa, hispânica, africana, ameríndia. A história nos mostra que, desde a colonização do Brasil, a presença dos doces é marcante. Nos engenhos, as prendadas senhoras da casa-grande trouxeram de Portugal uma vasta experiência na elaboração dos doces, muitos originários das cozinhas dos conventos, que passaram a compor a doçaria tradicional portuguesa. Na terra colonizada, foram feitas adaptações ou acréscimos em suas receitas, com os ingredientes locais disponíveis, sem comprometer o sabor.


Gilberto Freyre, no seu livro Açúcar, afirma: “a marmelada, o caju e a goiabada tornaram-se desde os tempos coloniais, os grandes doces das casa-grandes. A banana assada ou frita com canela, uma das sobremesas mais estimadas das casas patriarcais, ao lado do mel de engenho com farinha de mandioca, com cará, com macaxeira; ao lado do sabongo [doce de coco com o mel de engenho] e do doce de coco verde e, mais tarde, do doce com queijo – combinação tão saborosamente brasileira” (FREYRE, 1987, p. 57).


Ao lado dos doces, o Nordeste brasileiro é área por excelência dos bolos, principalmente dos bolos autorais, de receita especial de família. A exemplo deste, encontramos o Souza Leão que ganhou valor de patrimônio regional e mesmo nacional.


Segundo pesquisadores, o Bolo Souza Leão entrou na história da culinária pernambucana por intermédio de Dona Rita de Cássia Souza Leão Bezerra Cavalcanti, esposa do coronel Agostinho Bezerra da Silva Cavalcanti, proprietário do engenho São Bartolomeu, povoado de Muribeca, município de Jaboatão dos Guararapes.

De Dona Rita, renomada quituteira da época, tem-se conhecimento de que muitas de suas receitas ficaram famosas, como a do Bolo São Bartolomeu e o Bolo Souza Leão.

Alguns ingredientes do Souza Leão, originalmente europeus, foram substituídos: o trigo pela massa de mandioca e a manteiga francesa, por manteiga feita na cozinha do engenho.

O sucesso ficou garantido até a atualidade e é considerado o mais aristocrático bolo nordestino. Inclusive, na tradição de servir o bolo, existe a obrigação de utilizar pratos de porcelana ou de cristal. Provavelmente, esta exigência deva-se a importância dos Souza Leão, que o batizaram.

Conta-se, também, que ele foi servido ao imperador Dom Pedro II e sua esposa, Tereza Cristina, quando de passagem por Pernambuco, no ano de 1859.


Atualmente, é tarefa difícil identificar a receita original, que se atribuiu a Dona Rita de Cássia. Freyre (1987, p. 77), confirma: “Consegui várias receitas desse manjar, mas todas se contradizem, a ponto de me fazerem duvidar da existência de um bolo Sousa Leão orotodoxo [verdadeiro].

Consegui-as quase como quem violasse segredos maçônicos”. Os descendentes da família Souza Leão são provenientes de onze engenhos de Pernambuco. Com o passar dos anos, a receita original foi sofrendo pequenas variações nos ingredientes, e cada ramificação da família afirma ser sua a receita verdadeira. Deixando à parte essa disputa, a verdade é que qualquer que seja a versão apresentada, o bolo é sempre bom, cremoso, lembrando um pudim, e quem o degusta, nunca o esquece.


Fonte: Fundação Joaquim Nabuco



Você vai precisar de:
  • 1/2 kg de puba (massa de mandioca mole) bem lavada e espremida
  • 6 gemas
  • 750ml de leite de coco
  • 1 xícara de água
  • 500g de açúcar
  • 200g de manteiga
  • 1 colher de café de sal
  • 200g de castanha de cajú
Preparo:

Numa tigela grande ponha a puba e vá juntando as gemas, uma de cada vez, misturando bem.
Acrescente o leite de coco e mexa bem.
Faça uma calda, em ponto de fio brando com o açúcar e a água, junte a manteiga e despeje aos poucos sobre a massa de puba, mexendo sempre.
Ponha o sal e passe tudo na peneira. Junte a castanha e leve ao forno pré-aquecido, em forma de furo untada e polvilhada, por cerca de uma hora.