31 de maio de 2010
BISCOITO DE CERVEJA
1/2kg de farinha de trigo
250g de manteiga
1/2 copo de cerveja
3/4 xícara de chá de açúcar cristal
PREPARO:
Misture tudo muito bem até obter uma massa lisa e homogênea. Pegue porções da massa, faça rolinhos e depois corte em pedaços de 2,5cm de comprimento. Amasse como pequenos nhoques. Polvilhe com o açúcar e coloque em assadeira antiaderente e asse em forno preaquecido a 180ºC por 20 minutos. Retire e deixe esfriar.
Tempo : 1 hora - Rendimento : 100 unidades
27 de maio de 2010
Conserva de jiló
Lembro-me que minha avó me obrigava a comer jiló, e nem podia reclamar.
Mas com o tempo comecei a gostar do danado e junto com a nona aprendi a fazer várias coisas legais come ele.
O jiló (Solanum gilo) é o fruto da planta herbácea jiloeiro, muito cultivado no Brasil. É um fruto, geralmente confundido com um legume, famoso por seu gosto amargo. É famosa a canção de Luiz Gonzaga, "Que nem Jiló", em que ele compara as dores da saudade à amargura do jiló:
Ai, quem me dera voltar
Pros braços do meu xodó
Saudade assim faz doer
E amarga que nem jiló
É originário da África Ocidental, onde ainda é cultivada, por exemplo, na Nigéria.
VOCÊ VAI PRECISAR DE :
25 g de azeitonas pretas s/caroço e picadas
100 g de cebola
120 ml de óleo
120 ml de vinagre
Sal
PREPARO:
Lave os jilós e corte em cruz sem separar as partes. Cozinhe em água e sal por 15 minutos. Escorra e arrume os jilós em uma vasilha de vidro ou vidro de conserva. Jogue por cima as azeitonas (se desejar) e a cebola picada. Misture o óleo e o vinagre e junte aos jilós. Sirva depois de 24 horas.
RENDE (10 porções)
17 de maio de 2010
Robalo com banana-nanica verde
4 postas médias de robalo
3 bananas-nanicas médias bem verdes
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola média picada em pedaços bem pequenos
2 tomates médios sem pele e sem sementes
folhas de 1/2 maço médio de coentro picadas
sal a gosto
Preparo:
Lave as postas de peixe e reserve. Lave as bananas, pique-as, sem tirar as cascas, em rodelas de 2 cm de espessura. Reserve. Aqueça a metade do azeite de oliva numa frigideira funda e frite as postas de peixe até dourar dos dois lados. Polvilhe sal, retire do fogo e reserve. Na mesma frigideira, adicione o azeite de oliva restante, a cebola e os tomates. Refogue, mexendo de vez em quando, até a cebola ficar bem macia. Junte a metade do coentro, as rodelas de bananas e 1/2 xícara (chá) de água. Tampe a panela e cozinhe por mais 3 minutos, ou até as bananas ficarem macias. Disponha as postas de peixe e tampe novamente a panela. Deixe no fogo por mais 2 minutos. Acerte o sal, salpique o coentro restante e retire do fogo.
Infelizmente sem foto, o povo comeu antes...
14 de maio de 2010
Doce Árabe - Ninho
Também com a dominação árabe na Sícilia não poderia ser diferente, eles nos deixaram muitas coisas boas que foram agregadas a culinária italiana.
Você vai precisar de:
2 pacotes de aletria
200g de manteiga
1/2 kg de ricota fresca
Açúcar
Passas
Preparo:
Torre o macarrão na manteiga, e coloque metade em uma forma refrataria retangular. Coloque a ricota amassada com açúcar e cubra com o resto de aletria. Faça uma calda em ponto de fio e despeje por cima.
Leve ao forno pré-aquecido, por alguns minutos, para firmar a ricota. Depois de frio, corta-se em quadradinhos.
Acrescente as passas ao recheio.
13 de maio de 2010
13/5 dia do Chef de Cozinha
Existem muitas divergências sobre esse dia, porém o dia 10/5 é o dia do Cozinheiro e o dia 13/5 é o dia do Chef de Cozinha. Tem diferença, pois antes de sermos Chefs somos cozinheiros, mas ai segue um pequeno texto em comemoração ao dia.
Cozinhar é uma das mais antigas atividades humanas, surgida por volta da sete mil anos atrás, quando o homem adquiriu meios seguros de obter e dominar o fogo. Já o ofício de cozinheiro, não se sabe exatamente quando surgiu, mas relatos de suntuosos banquetes na corte da Mesopotâmia por volta de 3000 a.C., por exemplo, confirmam que essa é uma profissão antiqüíssima e, também, mostram que a comida sempre foi um importante elemento nas relações sociais e de poder. Justamente por isso, os cozinheiros, que através de sua arte, contribuíam para o aumento do prestígio e do poder daqueles a quem serviam, acabavam por conquistar, eles próprios, prestígio e regalias que os distinguiam entre os seus pares.
Assim, portanto, não é de hoje que ser chef de cozinha é algo glamoroso e muito desejado. Mas, a História, e as estórias, tendem a privilegiar o lado mais reluzente das trajetórias, relegando a um segundo plano as pedras do caminho. É verdade que a profissão de cozinheiro pode trazer prestígio e fortuna, temos muitos exemplos disso tanto no passado quanto no presente. Mas, como acontece nos esportes, para cada Ronaldo Fenômeno, existem milhares de jogadores de futebol absolutamente anônimos, muitos deles mal conseguindo sobreviver da profissão. O que os move é a paixão pela bola, o gostar de jogar futebol.
Na cozinha não é diferente, muito pelo contrário. Ao escolher a profissão de cozinheiro é preciso ter em mente que se trata de uma carreira que, como no exército, possui graus hierárquicos a serem conquistados e que, para se atingir o topo dessa hierarquia, é preciso muito esforço, dedicação, aprendizagem, treino e, sobretudo, gostar do que se faz - e gostar muito. Mesmo, assim, isso não basta. É preciso, ainda, possuir características como criatividade, espírito de liderança, organização, capacidade de ensinar, ousadia e muita personalidade para se chegar lá. Nem todo soldado se torna general. Nem todo cozinheiro chega a chef de cozinha. Não há curso que substitua a prática "de campo" nem pro soldado nem pro cozinheiro. Mas, como no exército, cada elemento tem seu papel e sua importância dentro do grupo e sem o trabalho de todos não há resultado possível.
Hoje, no Brasil, a gastronomia vive um momento efervescente. Ao longo das últimas duas décadas, o cenário gastronômico nacional se transformou completamente. A mudança mais sensível, e que serviu de mola propulsora para todas as outras, foi, justamente, a profissionalização do setor. Começou, timidamente, com a chegada de chefs estrangeiros no começo dos anos 80, fortaleceu-se com a abertura das importações no começo dos anos 90 e consolidou-se com a fundação da Associação Brasileira da Alta Gastronomia - ABAGA, em 1995, cujo empenho, desde o início, embasou-se em dois pilares complementares, a formação e a valorização do profissional da cozinha.
E foi justamente, por iniciativa da ABAGA e de outras entidades do setor que, desde 1999, por projeto do Vereador Carneiro (Prona), aprovado pela Câmara Municipal, 13 de maio é a data oficial comemorativa do Dia do Chef de Cozinha na cidade de São Paulo. Uma justa homenagem da sociedade paulistana a essa categoria profissional que ajudou a que nos tornássemos uma das Capitais Mundiais da Gastronomia.
Fonte: ABAGA
12 de maio de 2010
Brigadeirão

Brigadeirão
Você vai precisar de:
- 1 lata de creme de leite sem soro
- • 1 xícara (chá) de chocolate granulado para decorar
- • manteiga para untar
- • 3 ovos
- • 1 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
- • 4 colheres (sopa) de açúcar
- • 1 xícara (chá) de chocolate em pó solúvel
- • 1 lata de leite condensado
Preparo:
Bata no liqüidificador o Leite Moça, o Creme de Leite, o Chocolate em Pó, oaçúcar, a manteiga e os ovos. Quando ficar homogêneo, despeje em uma fôrma com furo central (19cm de diâmetro) untada com manteiga. Cubra com papel de alumínio e asse em banho-maria em forno médio (180°C) por cerca de 1 hora e 30 minutos.
Desenforme ainda morno e decore toda a superfície com o chocolate granulado.
Leve à geladeira por cerca de 6 horas.
Microondas: Prepare o Brigadeirão como no modo de preparo convencional. Leve ao microondas por cerca de 8 minutos na potência alta. Desenforme ainda morno e decore toda a superfície com o chocolate granulado.
Leve à geladeira por cerca de 6 horas.
