11 de março de 2008

21º CIHAT é aberto em São Paulo


O 21º Congresso Internacional de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo (Cihat) e a 2ª Feira Internacional de Serviços para o Turismo (Fistur) foram abertos ontem pela manhã, no Palácio de Convenções Anhembi, em São Paulo. Os eventos ocorrem até quarta-feira, com homenagem ao centenário da imigração japonesa no Brasil.

Demonstrações culinárias, do chefe Carlos Ribeiro com o bartender Celso Ishyi, estão entre as atrações da feira.

O Salão Internacional de Gastronomia é um dos destaques da Fistur deste ano, que apresenta espaços e salões específicos, estandes de dez atividades econômicas e setores ligados ao turismo. Empreendedorismo e desenvolvimento sustentável é o tema principal do Cihat, realizado pelo sistema CNTur e Abresi. Além de palestras e seminários ocorrem eventos paralelos como o 8º Festival de Gastronomia da cidade de São Paulo; o 5º Festival da Pizza Italiana no Brasil; 4º Encontro de países representantes da América do Sul; Festival de Coquetelaria e Barmen e o Festival Brasileiro de Baristas.

Fonte:

5 de março de 2008

Aerando seu vinho


Pra quem gosta fazer o vinho dar uma respirada, mas nem sempre tem um decanter a mão, aí vai uma super dica.

É o SpinWine, é um tipo espiral que é colocada na boca da garrafa, e auxilia no amaciamento e "respiro" do vinho.

O SpinWine levou mais de 20 anos de pesquisas e aprimoramento desde sua criação até chegar nesta formato único e exclusivo.

O mais interessante dele, é que fica fácil transportá-lo pra onde for.


Para comprar:

3 de março de 2008

Misturando bebidas quentes ou geladas, com classe.


Adoro essas modernidades.
Se tem coisa que me deixa fascinada são essas quinquilharias que com tempo perdem seu sentido, ou até mesmo cansamos de "brincar".
O charme da caneca estilo "vaquinha holandesa" é quase tudo!

O MOO MIXER foi feito para que você possa misturar sua bebida quente ou geladas com rapidez e estilo.
Na alça tem um botão que você aperta e pronto, a caneca funcionar como um "mixer".
Para comprar:

http://www.perpetualkid.com/
http://www.amazon.com

28 de fevereiro de 2008

O Sabor Moderno: da Europa ao Rio de Janeiro na República Velha


Enrique Rentería, é uma desses "caras" que depois que você o conhece jamais consegue escquecer.

Na minha opinião é uma das pessoas mais cultas e com maior bagagem em pesquisas e estudos voltados para a gastronomia.

Apreciador da boa mesa e dos sabores novos, é um estudioso e pesquisador incansável.

Desde que o conheci quando fui fazer o curso de Design e Tradição em Gastronomia não consigo esquecê-lo.

Aliás a PUC-RIO abriu novas turmas para esses curso que terá seu início dia 17/03.

Informações:


Depois de ter traduzido pra nós o magnífico " A Fisiologia do Gosto"(verdadeiro tratado de gastronomia) de Brillat - Savarin, escrito no início do século XIX, e de lá pra cá nunca parou de ser editado, Enrique precisava mesmo nos fazer sorrir novamente.
E ele fez, lançando seu livro - O Sabor Moderno: da Europa ao Rio de Janeiro na República Velha, trabalho magnífico.
O livro de Rentería nos traz um daqueles momentos de êxtase, que todo ser experimenta em algum momento da vida e em relação a algum fato especial.
Quando se trata dos sentidos e, no caso específico, os que atuam na raiz do fato gastronômico, ou seja, o gosto, o sabor e o paladar, a maestria do Autor sustentada pelo amplo e sedimentado conhecimento histórico e pelo alcance quase infinito das suas incursões nos domínios de Brillat-Savarin, Grimod de La Reynière e Carême, principalmente, resta-nos celebrar a rara chance de fazermos com Rentería essa viagem dos sonhos de qualquer gourmet.
O sabor moderno, resgata com sobras essa dívida, mostrando-nos que está a caminho a recuperação do “bem comer” da primazia temporária, e aparentemente perdida, para o “comer bem”.

O Sabor Moderno
Autor: Enrique Rentería
Gastronomia
Formato: 16 x 23 cm - 324 Páginas
ISBN: 978-85-218-0423-9
Preço Sugerido: 60,00

27 de fevereiro de 2008

Sogrape compra empresa chilena Chateau Los Boldos por cerca de 20 milhões de Euros



Sogrape Vinhos anunciou neste dia 22 de fevereiro a compra à família Dominique Massenez da empresa chilena Chateau Los Boldos, proprietária de mais de 270 hectares de vinhas no Vale de Rapel e presente em 70 países.
Fonte da Sogrape disse à agência Lusa que a aquisição envolveu um investimento de 30 milhões de dólares (cerca de 20 milhões de euros).
As vinhas da Chateau Los Lobos, localizadas próximo da cidade de Requinoa, "beneficiam de um microclima excepcional para completar o portfólio da Sogrape com mais e novos vinhos premium".
Para o presidente da empresa, Salvador Guedes, "este é mais um passo importante no processo de internacionalização da Sogrape", que está apostada em reforçar a penetração nos "países de maior êxito no cenário vitivinícola internacional".
Nesta linha, a Sogrape já exportou o processo produtivo para a Argentina, em 1997, e recentemente para a Nova Zelândia.


Só pra refrescar a memória algumas das marcas da Sogrape:

Marcas:

* Casa Ferreirinha (Produz o Barca Velha, símbolo da mais alta qualidade de vinhos do Douro)

* Constantino

* Ferreira

* Finca Flichman

* Gazela

* Grão Vasco

* Herdade do Peso

* Mateus

* Sandeman

Fonte:

A LUSA


25 de fevereiro de 2008

Engarrafamento de Cabernet Sauvignon em Minas Gerais


Dona Maria I governou Portugal entre 1777 e 1792. Entrou para a história como Maria, a louca. Antes de fugir com a Família Real para o Rio de Janeiro e mergulhar profundamente em delírios e devaneios, a monarca jogou pesado contra as Minas Gerais. Aumentou as taxas sobre o comércio do ouro, assinou o decreto de condenação de Tiradentes e proibiu a criação de indústrias na colônia. Este ato foi endereçado, especialmente, às emergentes vinícolas mineiras, nascidas pelas mãos de portugueses, excluídos do processo de exploração aurífera. Com isso, ela conseguiu aniquilar, em sua nascente, uma indústria promissora no estado, que certamente concorreria com a principal atividade agrícola de Portugal. Agora, a história está mudando.“Em Minas, havia fazendeiros com até 170 hectares de videiras”, conta o professor de economia Istvan Karoly Kasznar, ao lembrar que os primeiros vinhedos brasileiros foram introduzidos por padres jesuítas e bandeirantes paulistas quase dois séculos antes do decreto fulminante da rainha. O professor, como é conhecido pelos funcionários da Vinícola Agrocultura Biguá Nandalina (ABN), em Andrelândia, região da Mantiqueira, no Sul de Minas, iniciou o engarrafamento, na quarta-feira, da primeira leva comercial do vinho da marca Doberdo, produzido com a sofisticada cabernet sauvignon, originária de Bordeaux, Sudoeste da França, apontada como a rainha das uvas tintas.Com aromas de amoras maduras e pimenta verde, temperados por ervas finas, a cabernet de Andrelândia, comercializada a R$ 100, a garrafa, ficou quase dois anos armazenada em tonéis de carvalho e garapeira. Nesse primeiro trabalho de envase serão 4 mil unidades de 700ml cada.Em dezembro, quando a vinícola recebeu licença do Ministério da Agricultura, Kasznar já havia engarrafado a bebida produzida a partir de outra uva cobiçada em todo mundo: a syrah, também originária dos campos franceses. A mais nova vinícola brasileira faz experiências ainda com pinot noir, sangiovese e merlot. “Todas as mudas são da França e Itália e aquelas compradas no Brasil têm origem francesa”, ressalta Kasznar.Carioca, filho de húngaros e doutor em gestão de negócios pela Universidade da Califórnia (EUA), ele tem duas paixões. A primeira é lecionar economia. A segunda, a vitivinicultura, que aprendeu a gostar ainda criança, ao descobrir os segredos da atividade com enólogos da Catalunha, Espanha, país onde morou dos sete aos 13 anos. Kasznar, que tem biblioteca com mais de 2,8 mil livros e revistas especializadas sobre o tema, é um dos responsáveis pelo renascimento da produção de vinhos finos em Minas.

Nas terras da vinícola, localizada a sete quilômetros do núcleo urbano de Andrelândia, o professor plantou parreiras em 22 hectares, dos 136 da propriedade. Ao redor das videiras, foram cultivados 5 mil pés de nozes macadâmia. Rica em selênio, indicada para equilibrar o nível de colesterol no organismo humano, são as parreiras, no entanto, as maiores beneficiadas pelo cinturão verde. As nogueiras evitam que ventos fortes danifiquem os pés de uva e proporcionam rendimento a mais para o negócio.Embora a intenção principal do professor seja fabricar “vinhos mineiros de qualidade superior”, a ABN dedicou 10% da produção à linha la brusca, denominação das uvas das quais se extraem os vinhos populares da marca Dei et Populi (Com Deus e O povo). As garrafas de niágara branca e da niágara rosada, que trazem no rótulo anjos barrocos e o recorte de uma rua da histórica Tiradentes, são vendidas a R$ 10. Já a resistente seibel, criada para suportar as doenças que acometeram vinícolas no século 19, custa R$ 15 a garrafa.

Cravada no alto de uma colina, em posição estratégica em relação aos demais setores da vinícola, a casa feita de pedra evoca paisagem tipicamente italiana. O interior é amplo, formado por um grande salão e um pequeno bar, contrastando com barris e tonéis rústicos para a vinificação.As janelas trazem o brasão da família Doberdo, o mesmo impresso no rótulo dos vinhos da ABN. O emblema é homenagem ao marechal do império austro-húngaro, José Breit Doberdo, bisavó de Kasznar. No porão, está instalada a adega totalmente abrigada da luz e protegida pela imagem de Santo Antônio.É nesse cenário cheio de símbolos ligados à produção de vinho que o professor recebe convidados, amigos e futuros distribuidores das marcas Doberto e Dei et Populi. “Estamos buscando parceiros para colocar o vinho mineiro na praça”, explica Kasznar. A casa de pedra e o “autêntico vinho das Minas Gerais” também atrai turistas brasileiros e estrangeiros, que deixam impressões no livro de visitas. “Muito bom. Um produto do Brasil para o mundo”, escreveu Giorgio, italiano de Nápoli.

Fonte:


UAI


22 de fevereiro de 2008

Vinhos e saúde - Os efeitos protetores da bebida para o coração


O vinho tem apreciadores em todo o mundo. Além de ser um ótimo acompanhamento para diversos pratos culinários, já estão comprovados os benefícios que a sua ingestão traz ao organismo. Segundo o cardiologista Jairo Monson de Souza Filho, editor do livro “Vinho e saúde – vinho como alimento natural”, a bebida é uma oferenda dos deuses para o coração.
“O efeito protetor do vinho sobre o coração está relacionado à ingestão moderada, regular e durante as refeições, quando não houver contra-indicação ao consumo de álcool. É desta maneira que melhor ocorre a absorção das substâncias cardioprotetoras”, destaca o médico. Ele enfatiza que a dose segura de álcool é diferente para cada um e difícil de determinar. “Depende de diversos fatores, como sexo, peso corporal, mais especificamente o peso do fígado, quantidade de enzimas que metabolizam o álcool e constituição gênica de cada indivíduo”, explica.
Conforme o especialista, os principais responsáveis, mas não os únicos, pelas virtudes terapêuticas do vinho são os polifenóis. Noventa a 95% deles se originam das cascas e sementes das uvas. “Como os vinhos tintos são fermentados na presença das cascas e sementes das uvas, diferentemente dos brancos, eles têm mais polifenóis e, em tese, mais virtudes terapêuticas”, afirma o cardiologista.
Quando se fala nos benefícios do vinho, é importante ressaltar a qualidade dos produtos brasileiros. Somente em 2007, segundo a Associação Brasileira de Enologia, foram mais de cem premiações conquistadas pelos vinhos e espumantes do país. Neste contexto, a Serra gaúcha ganha destaque com a presença de diversas renomadas vinícolas.
Esta região do estado do Rio Grande do Sul, por esta e outras particularidades, é um dos destinos dos pacotes oferecidos pelo Turismo Social do Serviço Social do Comércio (Sesc/RS), área de atuação que visa a proporcionar maior qualidade de vida aos trabalhadores do comércio de bens e de serviços. As ações turísticas objetivam facilitar o acesso ao descanso e ao lazer, mas, também, promovem conhecimento histórico, social e cultural de cada localidade.

Fonte: